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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Salto Agulha?


Agora entendo melhor a predilecção de muitas mulheres pelo uso de sapatos de salto alto...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Expressão Oral


Confesso que ando absolutamente viciado em sexo oral.

Tudo graças às técnicas avassaladoras que decidiste empregar para devorar o meu pau.

Adoro o deslizar da tua língua nas minhas partes baixas.

Os teu ruídos de sucção.

A saliva abundante.

As palavras picantes que gostas de ouvir.

E o final absolutamente magnânime quando me olhas directamente nos olhos e pedes que eu me venha na tua boca.

Ver-te engolir o meu néctar...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Exercícios Matinais


Adorei o e-mail que me enviaste com fotos tuas. Dizias que estavas a pensar em mim durante a manhã...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Palpite


Acredito que o branco também te ficará a matar!

sábado, 21 de novembro de 2009

Mulher de Negro


Foi assim que me recebeste....
Não queres repetir a brincadeira?

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Truques do Oral Perfeito


Três conselhos dirigidos às senhoras para realizar uma felação fantástica: Utilizem a saliva. Deixem que a força de gravidade faça cair a saliva sobre o pénis do vosso parceiro. Assim, poderão acompanhar a felação com um fantástico movimento deslizante de mão.
Soprem ar quente e frio. Se variar a temperatura da sua boca, fará com que o sexo oral se torne muitíssimo mais interessante para ambos. Podem sorver pequenos cubos de gelo ou dar um gole numa bebida quente antes de colocá-lo na boca. Ou, melhor ainda, alternar momentos de frio e de calor durante uma mesma sessão.
Também poderão consumir algo que contenha menta (chá, pastilhas, comprimidos) para ficar com um sabor refrescante. Inspeccionem. Também vale a pena explorar a abertura da ponta do pénis com a língua. Com o dedo polegar e o indicador, abram-na com cuidado, pressionando a cabeça do pénis.

domingo, 8 de novembro de 2009

Outono-Inverno


Para satisfação dos meus pequenos fetiches, as botas estão de volta à paisagem urbana!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Dupla Penetração



Sim, já fiz e posso assegurar que é bastante intenso, pricipalmente para a mulher. Vi mulheres que choraram de prazer e a desfalecer devido aos seus múltiplos orgasmos.
Mas não é fácil, em todos os sentidos. Digamos que a DP não é coisa para principiantes. Exige paciência, intimidade, entrega total, controle e técnica, muita técnica.
Foi a indústria do cinema para adultos, empenhada em exibir cenas cada vez mais ousadas, quem se encarregou de popularizar esta variante sexual. Porém, mesmo nesse meio, são poucas as actrizes que aceitam e realizam a dupla penetração com desenvoltura. O que dizer, então, de nós, simples mortais?
Para a grande maioria a DP é uma daquelas coisas fadadas a permanecer no plano das fantasias. Mas, supondo que vocês tenham a oportunidade de participar de uma empreitada dessas, vão aqui alguns conselhos importantes:


1. A mulher deve estar muito excitada e ser experiente em sexo anal.


2. A posição mais adequada é aquela em que um dos homens fica deitado de costas, a mulher por cima, de frente para ele, e o segundo homem por trás dela. A felizarda encaixa primeiro o pénis do homem que está por baixo na vagina. Em seguida, empina o rabo para que o outro meta no cuzinho.


3. Os movimentos devem ser bem sincronizados para evitar que um dos pénis (ou os dois) fiquem escapulindo a todo o momento. O ideal é alternar o entra-e-sai, isto é, quando um entra o outro sai, quando um sai o outro entra. Deu para entender?

Se tudo for feito correctamente, o prazer da mulher será indescritível. Porém, como diz o ditado, não há bela sem senão. Se fazer sexo anal já é uma coisa complicada para a maioria das mulheres, imaginem fazer com os dois orifícios ao mesmo tempo.
Outro complicador é a dificuldade de reunir dois homens realmente dispostos a participar. A DP coloca-os numa situação de muita intimidade, de muita proximidade. A membrana que separa o recto da vagina é muito fina e, por consequência, o homem sente o pénis do outro a roçar, a massajar, o seu. É praticamente inevitável, também, o roça-roça dos testículos. Isso pode ser muito excitante para alguns, mas é inaceitável para outros. Se vocês tem medo de fraquejar e passar a gostar de "outras coisas" por causa disso, esqueçam a DP.
Alguns casais que alimentam essa fantasia têm lançado mão da dupla penetração com o uso de um vibrador. Pénis e vibrador, um na frente e o outro atrás (não necessariamente nessa ordem), numa verdadeira comunhão do homem com a máquina. As vantagens são evidentes: o vibrador está sempre pronto, não tem problemas de erecção e, o que é importante, não conta para ninguém.
Experimentem! Eu recomendo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Dildomania


Hoje gostaria que a ala feminina expressasse a sua opinião sobre o uso de dildos na vida sexual. Usam regularmente? Como os preferem utilizar? Qual o balanço geral do uso destes objectos?

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Bukkake

Bukkake é uma práctica sexual de origem japonesa, tornada comum na indústria pornográfica nos anos recentes. O termo é originário do Japão cuja tradução aproximada é "espirrar água". Foi erradamente sugerido como oriundo de uma prática medieval japonesa onde se castigava uma mulher adúltera, previamente amarrada e ajoelhada sobre uma esteira, sendo submetida à ejaculação de vários homens. Na realidade teve origem na necessidade que a indústria pornográfica japonesa teve de se adaptar a legislação específica. Desde finais da década de 1990 tornou-se um fetiche, existindo produções de vários estúdios norte-americanos e europeus dedicados ao género. Deduzidas as variações, o bukkake é encenado com uma mulher colocando-se de joelhos e aguardando que vários homens em pé se masturbem e ejaculem no seu rosto. É também chamado de Sexo Facial (embora o termo Sexo Facial não seja tão específico, podendo significar apenas o acto de ejacular na face, não necessariamente sexo grupal).

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Esferas Tailandesas

Você já ouviram falar em esferas tailandesas?

Sabem o que são?

Vou desevolver algumas ideias que tenho sobre elas e tentar explicar as potencialidades deste artigo erótico na vossa vida íntima.

O primeiro Contacto:

Eu sempre gostei bastante de brincadeiras anais, como a maioria dos homens, e não lembro bem agora, mas, acredito que a primeira vez que eu vi umas esferas tailandesas, foi numa sex-shop quando ainda morava no Brasil. Gostei de imediato. Todavia, acreditava que era somente uma brincadeira a mais e não um potencializador de orgasmos como pude descobrir depois.

O Que São as Esferas Tailandesas:

Criadas no Oriente há muitos anos atrás, foi um dos primeiros acessórios sexuais dos homens e mais recentemente se espalhou pelo Ocidente devido à sua eficácia e segurança quanto ao uso.

As esferas tailandesas, por norma, são um cordão, composto de cinco bolas plásticas, com um diâmetro médio de 2cm. Uma argola na extremidade facilita o seu uso. (Vide figura a direita)

Como Funcionam:

As esferas tailandesas são usadas para promover a excitação do ânus, mas pode ser usada na vagina também, contudo, sua dimensão é um pouco reduzida para uma perfeita estimulação vaginal, embora já existam à venda esferas vibratórias e de maior dimensão. Ao serem introduzidas e manuseadas elas fazem movimentos aleatórios que proporcionam uma agradável e excitante massagem na musculatura, o que pode incrementar bastante o orgasmo.


Como Introduzir as Esferas:

A introdução das esferas é o passo importantíssimo da coisa. Notei que se elas não forem bem introduzidas, poderão causar algum desconforto e isso provavelmente vai resultar numa primeira impressão negativa. E como diz o velho ditado: "A primeira impressão é a que fica".

Após vários testes, cheguei ao método adequado. Vou explicar bem didacticamente.

  • A preparação:

  • Lavem as esferas com água corrente

  • Introduzam dentro de um preservativo

  • Lubrifiquem bem o preservativo com algum gel a base de água.

  • Mantenham ao vosso alcance uma toalha para que você possam lançar mão dela no momento exacto
A introdução: Este é o momento chave. Convém deixar a parceira bastante excitada no momento dos preliminares. Normalmente faço um sexo oral, percorrendo a área do clítoris e pequenos lábios e, para o caso de uma parceira fixa ou bem conhecida, um oral vaginal e um anal também. Deste ponto em diante, geralmente opto por voltar para o oral clítoriano enquanto com o dedo indicador bem lubrificado eu começo a massagear a entrada do ânus dela. Isso dá para fazer sem medo porque quase todas gostam. Se ela for adepta de um dedinho completo lá dentro eu insiro após alguns minutos de massagem e gasto mais alguns instantes fazendo uma masturbação anal. Por isso, sempre procuro conhecer bem as preferências da parceira. Neste momento eu partiria para a introdução das esferas propriamente ditas. Se vocês estiverem estiverem a iniciar esta técnica, eu sugiro essas duas posições principais. Depois vocês tratem de inovar.

- Posição de principiante: É de principiante, mas, nem por isso é menos deliciosa. Nesta eu agarro a mulher e a coloco-a de quatro com as pernas levemente abertas. Com a mão direita, eu sou destro, vou massageando suavemente o clitóris, e com a outra eu pego as bolinhas para a introdução. A vantagem desta posição é que eu fico a observar aquela linda obra da natureza, que é uma mulher nua de quatro, e ao mesmo tempo vejo melhor a reação da parceira e a freqüência dos seus latejamentos, mais para frente eu explico a importância deles. Quando é possível eu faço isso em cima de uma mesa. Ela fica de quatro sobre esta e eu introduzo as bolinhas de pé. Isso dá-me mais firmeza do que o mesmo procedimento na cama. A desvantagem desta posição é dificultar o uso da língua no clitóris.

- 69: Depois que eu fiquei com a técnica apurada passei a fazer a inserção das esferas com o 69. A vantagem desta posição é que eu posso usar a língua para deixá-la completamente louca enquanto a mão direita vai inserindo as esferas e a outra fica ocupa-se de carícias pelo corpo dela.A desvantagem é que eu não posso ver bem as coisas, o evento é realizado às cegas, e eu tenho que estar com uma sensibilidade boa para sentir os latejamentos da mulher. Com algum treino consegue-se.

O Pompoarismo:

Quando a mulher está excitada, a sua vagina lateja, havendo contracções das seus músculos. A isto se chama pompoarismo. Se a excitação for realmente forte, o seu ânus também lateja. Eu percebi que esse latejamento era o X da questão na inserção das esferas. Depois de muitas observações vou passar o caminho das pedras.

Eu mantenho a excitação clitoriana como foi dito acima, paralelamente coloco a última das esferas na entrada do ânus. De início eu faço uma leve pressão contra o orifício anal e vou pegando a sincronia com o latejamento. A introdução perfeita dá-se durante o relaxamento total dos anéis, os anéis são os músculos anais externos. Durante a contração muscular a bolinha não pode se mover, caso contrário poderá haver algum desconforto, logo, para evitar isso, depois de sincronizar as minhas pressões na bolinha com o relaxamento dos anéis, eu aguardo uma contração quase acabar para então inserir com vigor a bolinha no ânus. Isso tem que ser feito rapidamente para que não venha uma nova contração e a bolinha fique presa na entrada. Quando isso acontece, eu empurro a esfera imediatamente com o dedo indicador. Uma vez inserida o desconforto é nulo E então repito o procedimento até todas as bolinhas serem introduzidas.

O Manuseamento:

Após a introdução das esferas, a questão passa a ser manuseá-las de forma a dar o máximo prazer possível. Para isso eu passo a dar puxões na argola de todas as formas possíveis: para baixo, para cima, para os lados, rodando e outros. Você pode também puxar a esfera até ela quase sair para fora do ânus e depois deixá-la entrar novamente, isso é bastante excitante.

Quanto à retirada das esferas, podemos fazer das seguintes formas:

  • Manter: Eu pensava que todas gostavam mais da sensação delas a sair, até que uma vez uma amiga disse-me: "Não tires", quando eu retirei uma esfera. Foi então que percebi que algumas preferem ficar com elas lá dentro, durante o orgasmo.
  • Retirar de uma vez: Nesta opção eu aguardo o momento no qual está a ter início o orgasmo da parceira e retiro todas as esferas bem rapidamente.
  • Retirar aos poucos: Optando por tirar aos poucos eu calculo mais ou menos quanto tempo a mulher vai levar para ter um orgasmo e vou retirando uma de cada vez ,de forma que a última saia na hora em que ela estiver a ter os seus espasmos de prazer mais violentos . Ex: Vamos supor que eu acredite que ela vai levar dez minutos para o orgasmo. Então eu dou um intervalo de dois minutos para cada esfera.


Formas de Uso:

As formas de utilização das esferas tailandesas são inúmeras. Mas para facilitar a explicação, vou agrupá-las em três grupos.

  • Masturbação: Aqui eu fico como observador e olho para a parceira, que se masturba da forma que mais lhe agrada com uma mão, enquanto que com a outra ela manuseia as esferas da melhor maneira. Gosto de observar atentamente este exercício, para que eu possa saber qual a velocidade, pressão e paragens de movimento que a deixa mais excitada.
  • Masturbação auxiliada: Desta eu gosto muito. Aqui eu participo activamente da masturbação da mulher, e a minha participação pode ser de duas formas. A primeira é manusear as eferas enquanto ela massageia o clítoris. A segunda é massagear o clítoris dela, de preferência com a língua, enquanto ela manuseia a bolinha e, nesse momento eu aproveito também para excitar o seu ponto G.
  • Penetração: Esta eu acredito que seja a forma mais gratificante do uso das esferas para o casal, uma vez que algumas mulheres têm dificuldades para chegar ao orgasmo por penetração, esta pode ser uma das soluções para este problema. Para atingir este fim,enquanto eu penetro a parceira ela manuseia as esferas, ou, como eu prefiro, penetro-a e manuseio ao mesmo tempo.

Posições para o uso:

As posições para vocês se deliciarem com o nosso artefacto são diversas, provavelmente neste momento vocês já devem ter pensado em algumas, de qualquer maneira irei sugerir mais outras:

  • De pé: Se vocês são adeptos das fodas em pé, este acessório cai que nem uma luva. Para brincar de pé, eu abraço firmemente a parceira e coloco-a contra a parede. Capricho nos movimentos de quadril enquanto com a outra mão vou movimentando as bolinhas. Também tentei a penetração com a mulher virada de costas para mim e apoiada na parede, mas, achei um pouco incómodo para controlar as esferas.
  • De quatro: Esta é uma posição que colhe as minhas maiores simpatias, mas como a de pé invertida, cansativa para o acesso às bolinhas, devido ao facto de o ânus ficar tapado pelo meu quadril. Todavia é uma boa escolha se a sua ideia for a masturbação. Eu fico atrás da menina e uso uma mão no clitóris e outra no cordão. Ou então deito-me sobre ela e dou início a um oral enquanto manuseio as esferas.
  • Missionário: Aqui está uma óptima escolha. É uma das melhores posições para um uso eficiente das esferas. Com uma mão eu apoio-me na cama e a outra fica nas esferas. Para melhorar ainda mais eu peço para a mulher me abraçar com as pernas, ou seja, colocar as pernas sobre as minhas costas, assim as nádegas dela abrem-se para facilitar os trabalhos e o ânus fica mais contraído, o que aumenta ainda mais o prazer.
  • 69: Outra excelente opção é o 69. Posição em que a parceira sedeita invertida por cima do rapaz. Pés para a cabeça e cabeça para os pés. Esta posição é exclusivamente para sexo oral, uma vez que não posso efectuar a penetração. A grande vantagem é poder ver o que estou a fazer, enquanto sou estimulado pela boca dela.

Vantagens das Esferas:

As esferas tailandesas são um objecto simples, barato e com vários anos de mercado. Um sucesso de vendas na maioria das sex-shops. Pode-se citar as seguintes vantagens:

  • Facilita ou aumenta a intensidade do orgasmo através da penetração. Se vocês não sabem o que é um orgasmo por penetração, eu sugiro que adquiram um artefacto destes o quanto antes.
  • Aumenta a intensidade do orgasmo durante a masturbação ou sexo oral · Desperta sensações nunca antes sentidas · É extremamente erótico, delicioso e excitante de se manipular · Pode servir como uma alternativa ou um incentivador do sexo anal. Até mesmo para o homem.

Precauções & Higiene:

As esferas são um acessório bem simples e seguro. Todavia sempre é bom termos alguns cuidados com elas.

  • Parem caso estejam a causar alguma dor ou incómodo.
  • Preferencialmente, tentem não introduzi-las directamente, embalem as esferas dentro de um preservativo antes de utilizá-las.
  • Lavar e deixar secar após o uso.
  • Guardar secas num saco plástico ou estojo para evitar fungos.
  • Se estiverem a usar as esferas na vagina elas poderão ser directamente introduzidas no ânus, mas se estiverem a ser usadas no ânus, têm que ser muito bem lavadas ou então substituído o preservativo para voltar à vagina, uma vez que os microorganismos que habitam o recto podem vir a causar infecções vaginais.

Seguindo estes cuidados, elas irão durar muitos ânus, quer dizer, anos.

Ainda estão agarrados ao computador!? Vá, mãos à obra e divirtam-se com elegância. A consulta de sexologia ficou por minha conta.

sábado, 5 de setembro de 2009

Fetichismo


Desde que o homem vive em sociedade, o fetiche é algo que povoa os hábitos sexuais e as mentes das pessoas por todo o mundo. Alguns encaram o fetichismo como algo negativo, até patológico, outros reunem-se, formando verdadeiras sociedades fetichistas, como acontece no caso da podolatria. Mas, antes de qualquer outra coisa, o que é um “fetiche”?


Um fetiche (do francês fétiche, que por sua vez vem do português feitiço e, este, do latin facticius "artificial, fictício") é um objeto material ao qual se atribuem poderes mágicos ou sobrenaturais, positivos ou negativos (in Wikipedia). O termo, sinónimo de magia, já foi empregado para designar os objectos de cultos religiosos de povos da África Ocidental.
Em psicologia, o fetichismo recebe o nome de parafilia (do grego παρά, para, “fora de”,e φιλία, filía, “amor”), que é um padrão de comportamento sexual no qual a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra actividade. O fetiche, via de regra, é direccionado a alguma parte do corpo ou a algum objecto que representa simbolicamente o ser amado.Segundo os sexólogos, seria a excitabilidade patológica em relação a partes do corpo ou a artefactos, bem como a tendência a torná-los os objetos principais de seu impulso sexual. Alguns sexólogos utilizam dois termos para designar as formas de fetichismo: “parcialismo” (o objecto de interesse é alguma parte do corpo do parceiro) e “fetichismo sexual” propriamente dito (o interesse é dirigido para substâncias, artefactos ou objetos naturais inanimados).

Os fetichismos, ou parafilias, são considerados inofensivos e, de acordo com algumas teorias psicológicas, são parte integral da psique normal— salvo quando estão dirigidas a um objecto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros, ou quando impedem o funcionamento sexual normal.Também, aquilo que é considerado fetichismo, ou parafílico, varia de acordo com as convenções sociais reinantes em um momento e lugar determinados. A homossexualidade e a masturbação, por exemplo, já foram considerados comportamentos parafílicos e hoje são tidos como variações normais e aceitáveis do comportamento sexual. Ou seja, o que hoje é considerado fetiche, ou um comportamento sexual fora do normal, pode não ser amanhã. O importante é lembrar que, enquanto o fetiche não cause qualquer tipo de dano ou desconforto ao fetichista e a outras pessoas, não há problema em realizá-lo.


Como aquilo que é considerado fetiche pode variar de acordo com o referencial de tempo e lugar, é difícil montar uma lista definitiva e completa de todos os tipos de fetiche que há no mundo. Mas, há alguns bastante comuns e que já são praticados há bastante tempo. Alguns exemplos deles são:
• podolatria (adoração pelos pés);

• voyeurismo (compulsão por observar pessoas nuas ou actos sexuais);

• exibicionismo (compulsão por exibir os órgãos genitais em público);

• necrofilia (atracção sexual por cadáveres);

• zoofilia (atracção sexual ou emocional por animais).

Há inúmeros outros tipos de fetichismos, como os citados acima. Alguns são aceitáveis pela sociedade, outros não são bem vistos, e outros ainda chegam a ser considerados como comportamentos ilegais, tais como o exibicionismo, a necrofilia e a zoofilia.Enfim, o assunto á bastante vasto e complexo.

E quanto a vocês...quais são os vossos fetiches?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Compras


Querida Z... era nesta indumentária que estavas a pensar naquele dia? Acredito que ficarias fantástica!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Pequenos Lábios


Os padrões de beleza impostos às mulheres, muitas vezes decorrem de interesses até económicos, de empresas que lucram com a necessidade da mulher ser "perfeita", mas o que o homem quer é outra coisa...

Eu gosto de vaginas com pequenos lábios explícitos, salientes, oferecidos. Parecem flores plenamente desabrochadas, com pétalas no auge do seu esplendor. São sexos anárquicos, alegres, mal comportados, que conscientemente se negam a seguir padrões. São vaginas complexas, que atiçam minha curiosidade e estimulam meu desejo de mapeá-las com a língua, decorando as nuances do seu relevo.

Estranhamente, algumas mulheres possuidoras dessa riqueza se dizem descontentes, desejosas de possuir uma vagina certinha, infantilóide. Não desprezo as que são assim, trata-se de um outro tipo de beleza, mais previsível, é certo, mas que tem também seus encantos. Contudo, as vaginas que não cabem em si, cujos lábios internos transbordam, mais que me enlouquecem, me fascinam.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pequenos Fetiches


Quando não posso contemplar o teu rosto,
contemplo os teus pés...
Eu sei que te sustentam e que o teu doce peso sobre eles se ergue.
Mas se amo os teus pés é porque
andaram sobre a terra, sobre o vento e sobre a água
até me encontrarem.


Pablo Neruda - Os Teus Pés

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Drive-In


Esta semana fui dar um pequeno passeio à beira-mar com a minha amiga Susana. Parámos o carro perto de Leça da Palmeira e empolgámo-nos ali mesmo, junto à praia. No calor do momento, ela pede para eu a fotografar em poses mais ousadas. Como já conhece o motel, fez questão de eu escolher a melhor foto para partilhar com os leitores.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

As Cavaleiras


Tendo eu chegado recentemente do Brasil, digamos que estou numa fase de adaptação à vivência lusitana. Para além de estranhar o frio que se faz sentir, observo com curiosidade, as novas modas femininas que vejo desfilar nas ruas. Porém, foi com uma satisfação perversa que notei que o uso de botas altas está muito em voga, pelo menos aqui na região do grande Porto. Assim sendo, este vosso humilde escriba, agradece à ala feminina por lhe alimentar nestes primeiros tempos, toda a espécie de fantasias sexuais. Não são raras as ocasiões, em que imagino muitas delas como belas dominadoras que apenas vestem lingerie e botas que me submetem aos seus caprichos mais secretos. Um verdadeiro delírio fetichista!
Fico apenas curioso de saber, onde estarão os cavalos de todas estas amazonas portuguesas...