Traição ou oportunidade de diversão!?
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Sábado @3

Tal como previsto, no sábado passado, eu e a Z. dirigimo-nos a casa da M. Embalados por uma conversa descontraída e por uma garrafa de vinho, o sexo acabou por acontecer de forma espontânea e bastante descontraída. A interacção entre as duas foi muito interessante e creio que irei reter na memória por algum tempo, algumas das cenas tórridas em que nos vimos envolvidos naquela noite.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Elas Decidem

Hoje, a Z. e uma certa menina da blogosfera encontraram-se ao almoço para se conhecerem e testarem afinidades para um possível encontro a três. Já as conheço a ambas e tenho perfeita noção que são mulheres inteligentes, bonitas e com apurado instinto sexual. Porém, preferi manter-me distante nesta fase e aguardar a decisão daquelas mentes endiabradas...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Recrutamento
Eu e a Z. decidimos abrir processo de selecção para escolha de parceira para momentos de libertinagem a três. Os nossos critérios não são muito exigentes. Acima de tudo, procuramos uma mulher bem resolvida e com curiosidade sobre os mistérios do erotismo. As interessadas poderão enviar as suas respostas para o e-mail tropicosmotel@gmail.com, de preferência acompanhadas de foto. Prometemos resposta a todas as candidatas.
domingo, 25 de outubro de 2009
Eu, a Z. e ...
Enquanto as negociações prosseguem, vamos antecipando algumas das cenas que poderão acontecer em breve.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Triângulo

Faz algum tempo que não tenho uma experiência destas. Considero que está na hora de revalidar os meus conhecimentos na matéria. Apesar de preferir a sexualidade a dois pelo seu grau de intimidade e entrega, devo admitir que o prazer as três nos proporciona sensações indescritíveis e totalmente inesperadas.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
A Mulher do Próximo

Noite de quinta-feira. Após um jantar bem regado, o nosso grupo decide prolongar o serão no velho Pérola Negra. Festejava-se a despedida de solteiro do Frederico que se iria casar na semana seguinte. O grupo estava animado e o noivo mais ainda. O espectáculo de strip-tease não estava a ser grande coisa, com a maioria das dançarinas a fazerem cara de frete perante a escassa plateia. Além do nosso grupo, apenas mais dois ou três homens de gravata e com aspecto de já fazerem parte da mobília da casa. Aquele velho estabelecimento da noite portuense evidenciava a sua lenta decadência. Ainda assim, pagámos dois table-dances ao nosso amigo Frederico que se deliciou com as curvas de uma ucraniana de peito abundante.
Eu tinha vindo no carro do Jorge que mora perto de mim. O dia seguinte seria de trabalho e por volta da uma e meia da manhã, ele manifesta a sua intenção de ir embora para casa. Eu concordei de imediato. Aquele ambiente algo decandente já me estava a aborrecer e já disfarçava alguns bocejos, num misto de sono e enfado. Despedimo-nos de pessoal e metemo-nos no carro, rumo a Gondomar.
Não fazia muito tempo que eu conhecia o Jorge. No entanto, parecia-me uma pessoa de espírito aberto e alegre por natureza. Numa conversa mais reservada nessa mesma noite, fiquei com a nítida sensação que ele e a mulher seriam swingers. Ele referiu que por vezes mantinha contactos com outros casais pela internet e que já tinha visitado dois clubes de swing nos últimos tempos. Ao mesmo tempo que me ia contando isto, desculpava-se que tudo isto não passava de mera curiosidade do casal e que nunca tinham aprofundado muito o assunto. Eu ia escutando tudo com atenção sem proferir grandes comentários.
Quando chegamos perto da porta de minha casa, ele dá uma guinada na direcção do carro e afastamo-nos dali. Olho para ele surpreendido.
- Afinal, parece que não estou com muito sono. Vamos até minha casa beber mais um copo. Não te preocupes, que depois trago-te para casa - diz o Jorge com a maior tranquilidade.
- Por mim tudo bem, até porque amanhã não tenho que me levantar cedo. Mas vê lá se a tua mulher se vai chatear contigo. Já é tarde e ela já deve estar a dormir... - arrisco eu.
- Deixa-te de tretas. Ela deita-se sempre muito tarde. O mais provável é estar ainda a ver televisão a esta hora. Além do mais, eu já a tinha avisado que provavelmente ainda te levaria lá a casa...
Esta última frase fez com que eu me agitasse no banco. Não me admiraria nada que toda aquela conversa depois do jantar, fosse uma espécie de preâmbulo para alguma coisa que o jovem casal tivesse planeado para essa noite. Porém, tentei desanuviar estes pensamentos pecaminosos da minha mente. Esta hipótese parecia-me altamente improvável mas convinha eu ficar atento...
Tal como o Jorge tinha previsto, a esposa dele ainda estava acordada. Eu só tinha visto a Vânia uma vez e apenas de relance. Entramos na sala, onde ela se encontrava a vêr televisão. Fiquei surpreendido com a sua indumentária, ainda mais, se ela esperava a minha visita. Envergava apenas um baby-doll azul escuro que evidenciava o seu corpo bem proporcionado. O azul combinava na perfeição com os seus cabelos ruivos e seus olhos azuis atrevidos. Fico momentaneamente embaraçado mas tudo aquilo parecia perfeitamente normal para eles.
Ainda meio rígido, sento-me no sofá e o Jorge afasta-se para preparar as bebidas. Traz dois whiskys com gelo e um licor para a mulher. Ela parecia divertida com as perguntas que nos fazia sobre a despedida de solteiro do Frederico. Momentos depois, fico ainda mais desconfiado, quando o Jorge pede à sua mulher que se sente no meio de nós dois. Logo a seguir, observo que o Jorge vai fazendo zapping no controlo remoto do televisor. Sintoniza um canal pornográfico. Eu sinto um ligeiro rubor a colorir a minha face. Pelo canto do olho, observava que eles se mantinham impávidos e serenos. Tudo aquilo me parecia uma técnica de sedução bastante rudimentar mas já ia sentindo curiosidade pelo desenlace da situação.
Não tardou para que eu visse a mão de Jorge subir pela perna da mulher. Ele olha para mim com uma expressão meio estranha.
- Vá, podes mexer também...
Eu agito-me um pouco no sofá, evidenciando algum desconforto e limito-me a esboçar um sorriso amarelo.
- Estou a estranhar a tua timidez. Estás à vontade connosco. Eu e a Vânia adoramos novas experiências e como sei que lhe agradas, já tínhamos falado imenso sobre isto... - incita-me ele.
Sem lhe dar resposta, olho para a Vânia e coloco a minha mão sobre a sua coxa. Ela lança-me um olhar provocador e entreabre os lábios num convite a um beijo. Inclino-me sobre ela e envolvemo-nos num beijo suave. Mais embaixo a minhas mão ia subindo mais. Tal como eu calculava, não existiam cuecas debaixo do baby-doll e ao chegar com os meus dedos na sua vagina, noto que já está completamente molhada. Acaricio suavemente o seu clítoris. Ela volta-se para o marido e beija-o. Aproveito o momento para lhe fazer descair as alças e observar as suas mamas. Eram bem proporcionadas e as sardas que as cobriam, ainda as tornavam mais apelativas. Faço a minha mão subir para o seu peito e apalpo-a levemente. Não demorei a mergulhar naquele peito, sugando-o com sofreguidão. Agora era a vez do Jorge masturbar a Vânia, enquanto eu continuava a chupar as suas mamas.
A temperatura naquela sala aumentava exponencialmente. A Vânia, desliza suavemente para o chão e ajoelha-se á nossa frente. As suas intenções eram óbvias e vamos desapertando os cintos e abrimos as braguilhas. Ao retirar o meu pénis para fora totalmente erecto, a Vânia olha para o marido e solta um comentário irónico.
- Eu bem te disse que ele devia ter uma bela picha.
- Chupa minha puta, quero-te ver a mamar noutro macho! - responde o Jorge.
Ela não se faz rogada e abocanha-me o pau. A meu lado, o Jorge ia observando a cena e masturbava-se levemente. Pouco depois, a Vânia estava totalmente enlouquecida e alternava a boca nos dois pénis que se erguiam na sua frente. Uma perfeita combinação de movimentos de boca e mãos.
Daí a pouco, noto que o Jorge olha para mim com alguma insistência, enquanto ela ainda se deliciava a chupar-nos.
- Bernardo, quero que fodas a minha mulher! Eu gosto muito de a vêr com outros homens...
- Ok! - respondi entredentes.
O Jorge vai até uma gaveta, abre-a e entrega-me um preservativo. Enquanto eu me desembaraço das minhas roupas e me preparo para colocar a camisinha, ele senta novamente a Vânia no sofá e começa a chupar-lhe o grelo. Ela agarra-lhe a cabeça e geme baixinho. Naquele momento eu já estava tão excitado que já nem lembrava da invulgaridade daquela cena em que estava envolvido.
Eu mantinha-me de pé, com o preservativo colocado e já aguardava com impaciência, o momento de possuir aquela ruiva fogosa. O Jorge coloca a esposa de quatro no sofá e faz sinal para eu avançar. Eu coloco-me atrás dela e introduzo o meu pénis lentamente. Ela solta um gemido e baixa a cabeça de um modo muito sensual. O marido afasta-se. Posiciona-se numa poltrona mais afastada para têr uma visão previlegiada e vai-se masturbando. Enquanto isso, agarro as ancas da Vânia com força e fodo-a cada vez mais rápido. Instantes depois, noto que ela se agita bastante. Morde uma das almofadas do sofá, tentando sufocar os gritos do orgasmo que lhe causava espasmos pelo corpo todo.
O Jorge não se aguenta muito mais e vem-se abundantemente, inundando a barriga de esperma viscoso. Eu mantinha-me na mesma posição e ia fustigando a Vânia por trás. Para tornar a coisa ainda mais intensa, enfio-lhe um polegar no ânus. Ao sentir aquela pequena pressão na cabeça do pénis, venho-me pouco depois. Quando me retiro de dentro dela, vejo que a camisinha está pesada na ponta tal a intensidade da minha ejaculação.
Após refrearmos aquele momento de alucinação sexual a três, noto que sou invadido por um súbito incómodo. Visto-me rapidamente e dou mostras de querer sair dali. Acho que eles perceberam isso e despedimo-nos num misto de embaraço e cumplicidade, difícil de definir.
Já passava das três da manhã, quando o Jorge me deixou na porta de casa. Como seria de esperar, pede-me o maior sigilo em relação ao que se tinha passado mas que gostaria de repetir a situação, dizendo que eu o tinha surpreendido pela positiva. Lanço-lhe um sorriso mordaz e digo que é uma questão de irmos conversando sobre o assunto...
Eu tinha vindo no carro do Jorge que mora perto de mim. O dia seguinte seria de trabalho e por volta da uma e meia da manhã, ele manifesta a sua intenção de ir embora para casa. Eu concordei de imediato. Aquele ambiente algo decandente já me estava a aborrecer e já disfarçava alguns bocejos, num misto de sono e enfado. Despedimo-nos de pessoal e metemo-nos no carro, rumo a Gondomar.
Não fazia muito tempo que eu conhecia o Jorge. No entanto, parecia-me uma pessoa de espírito aberto e alegre por natureza. Numa conversa mais reservada nessa mesma noite, fiquei com a nítida sensação que ele e a mulher seriam swingers. Ele referiu que por vezes mantinha contactos com outros casais pela internet e que já tinha visitado dois clubes de swing nos últimos tempos. Ao mesmo tempo que me ia contando isto, desculpava-se que tudo isto não passava de mera curiosidade do casal e que nunca tinham aprofundado muito o assunto. Eu ia escutando tudo com atenção sem proferir grandes comentários.
Quando chegamos perto da porta de minha casa, ele dá uma guinada na direcção do carro e afastamo-nos dali. Olho para ele surpreendido.
- Afinal, parece que não estou com muito sono. Vamos até minha casa beber mais um copo. Não te preocupes, que depois trago-te para casa - diz o Jorge com a maior tranquilidade.
- Por mim tudo bem, até porque amanhã não tenho que me levantar cedo. Mas vê lá se a tua mulher se vai chatear contigo. Já é tarde e ela já deve estar a dormir... - arrisco eu.
- Deixa-te de tretas. Ela deita-se sempre muito tarde. O mais provável é estar ainda a ver televisão a esta hora. Além do mais, eu já a tinha avisado que provavelmente ainda te levaria lá a casa...
Esta última frase fez com que eu me agitasse no banco. Não me admiraria nada que toda aquela conversa depois do jantar, fosse uma espécie de preâmbulo para alguma coisa que o jovem casal tivesse planeado para essa noite. Porém, tentei desanuviar estes pensamentos pecaminosos da minha mente. Esta hipótese parecia-me altamente improvável mas convinha eu ficar atento...
Tal como o Jorge tinha previsto, a esposa dele ainda estava acordada. Eu só tinha visto a Vânia uma vez e apenas de relance. Entramos na sala, onde ela se encontrava a vêr televisão. Fiquei surpreendido com a sua indumentária, ainda mais, se ela esperava a minha visita. Envergava apenas um baby-doll azul escuro que evidenciava o seu corpo bem proporcionado. O azul combinava na perfeição com os seus cabelos ruivos e seus olhos azuis atrevidos. Fico momentaneamente embaraçado mas tudo aquilo parecia perfeitamente normal para eles.
Ainda meio rígido, sento-me no sofá e o Jorge afasta-se para preparar as bebidas. Traz dois whiskys com gelo e um licor para a mulher. Ela parecia divertida com as perguntas que nos fazia sobre a despedida de solteiro do Frederico. Momentos depois, fico ainda mais desconfiado, quando o Jorge pede à sua mulher que se sente no meio de nós dois. Logo a seguir, observo que o Jorge vai fazendo zapping no controlo remoto do televisor. Sintoniza um canal pornográfico. Eu sinto um ligeiro rubor a colorir a minha face. Pelo canto do olho, observava que eles se mantinham impávidos e serenos. Tudo aquilo me parecia uma técnica de sedução bastante rudimentar mas já ia sentindo curiosidade pelo desenlace da situação.
Não tardou para que eu visse a mão de Jorge subir pela perna da mulher. Ele olha para mim com uma expressão meio estranha.
- Vá, podes mexer também...
Eu agito-me um pouco no sofá, evidenciando algum desconforto e limito-me a esboçar um sorriso amarelo.
- Estou a estranhar a tua timidez. Estás à vontade connosco. Eu e a Vânia adoramos novas experiências e como sei que lhe agradas, já tínhamos falado imenso sobre isto... - incita-me ele.
Sem lhe dar resposta, olho para a Vânia e coloco a minha mão sobre a sua coxa. Ela lança-me um olhar provocador e entreabre os lábios num convite a um beijo. Inclino-me sobre ela e envolvemo-nos num beijo suave. Mais embaixo a minhas mão ia subindo mais. Tal como eu calculava, não existiam cuecas debaixo do baby-doll e ao chegar com os meus dedos na sua vagina, noto que já está completamente molhada. Acaricio suavemente o seu clítoris. Ela volta-se para o marido e beija-o. Aproveito o momento para lhe fazer descair as alças e observar as suas mamas. Eram bem proporcionadas e as sardas que as cobriam, ainda as tornavam mais apelativas. Faço a minha mão subir para o seu peito e apalpo-a levemente. Não demorei a mergulhar naquele peito, sugando-o com sofreguidão. Agora era a vez do Jorge masturbar a Vânia, enquanto eu continuava a chupar as suas mamas.
A temperatura naquela sala aumentava exponencialmente. A Vânia, desliza suavemente para o chão e ajoelha-se á nossa frente. As suas intenções eram óbvias e vamos desapertando os cintos e abrimos as braguilhas. Ao retirar o meu pénis para fora totalmente erecto, a Vânia olha para o marido e solta um comentário irónico.
- Eu bem te disse que ele devia ter uma bela picha.
- Chupa minha puta, quero-te ver a mamar noutro macho! - responde o Jorge.
Ela não se faz rogada e abocanha-me o pau. A meu lado, o Jorge ia observando a cena e masturbava-se levemente. Pouco depois, a Vânia estava totalmente enlouquecida e alternava a boca nos dois pénis que se erguiam na sua frente. Uma perfeita combinação de movimentos de boca e mãos.
Daí a pouco, noto que o Jorge olha para mim com alguma insistência, enquanto ela ainda se deliciava a chupar-nos.
- Bernardo, quero que fodas a minha mulher! Eu gosto muito de a vêr com outros homens...
- Ok! - respondi entredentes.
O Jorge vai até uma gaveta, abre-a e entrega-me um preservativo. Enquanto eu me desembaraço das minhas roupas e me preparo para colocar a camisinha, ele senta novamente a Vânia no sofá e começa a chupar-lhe o grelo. Ela agarra-lhe a cabeça e geme baixinho. Naquele momento eu já estava tão excitado que já nem lembrava da invulgaridade daquela cena em que estava envolvido.
Eu mantinha-me de pé, com o preservativo colocado e já aguardava com impaciência, o momento de possuir aquela ruiva fogosa. O Jorge coloca a esposa de quatro no sofá e faz sinal para eu avançar. Eu coloco-me atrás dela e introduzo o meu pénis lentamente. Ela solta um gemido e baixa a cabeça de um modo muito sensual. O marido afasta-se. Posiciona-se numa poltrona mais afastada para têr uma visão previlegiada e vai-se masturbando. Enquanto isso, agarro as ancas da Vânia com força e fodo-a cada vez mais rápido. Instantes depois, noto que ela se agita bastante. Morde uma das almofadas do sofá, tentando sufocar os gritos do orgasmo que lhe causava espasmos pelo corpo todo.
O Jorge não se aguenta muito mais e vem-se abundantemente, inundando a barriga de esperma viscoso. Eu mantinha-me na mesma posição e ia fustigando a Vânia por trás. Para tornar a coisa ainda mais intensa, enfio-lhe um polegar no ânus. Ao sentir aquela pequena pressão na cabeça do pénis, venho-me pouco depois. Quando me retiro de dentro dela, vejo que a camisinha está pesada na ponta tal a intensidade da minha ejaculação.
Após refrearmos aquele momento de alucinação sexual a três, noto que sou invadido por um súbito incómodo. Visto-me rapidamente e dou mostras de querer sair dali. Acho que eles perceberam isso e despedimo-nos num misto de embaraço e cumplicidade, difícil de definir.
Já passava das três da manhã, quando o Jorge me deixou na porta de casa. Como seria de esperar, pede-me o maior sigilo em relação ao que se tinha passado mas que gostaria de repetir a situação, dizendo que eu o tinha surpreendido pela positiva. Lanço-lhe um sorriso mordaz e digo que é uma questão de irmos conversando sobre o assunto...
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Feira Popular

Em 2003, a Feira Popular de Lisboa encerrava as suas actividades. Hoje, aproveito para recordar uma aventura a três que tive neste célebre parque de diversões no final de Agosto desse mesmo ano.
Eu e o meu colega Pedro dávamos por encerrado mais um dia de trabalho. Na saída, ele desafia-me para um jantar na Feira Popular. Era sexta-feira, a noite prometia ser quente e eu não tinha nada programado nada para esse serão. Aceitei de imediato e ele foi-me adiantando com um sorriso irónico, que iria convidar uma amiga para nos acompanhar. Desde logo, aquele convite pareceu-me suspeito mas não lhe disse nada. Combinámos de nos encontrar uma hora depois. Passaríamos por casa para nos livrarmos dos incómodos fatos e gravatas, tomar um banho e colocar uma roupas mais confortáveis.
Por volta das oito da noite, escuto um toque no telemóvel. Era o Pedro que me esperava na porta do prédio. Seguimos em alta velocidade rumo a Lisboa. No caminho, ele foi-me explicando que a sua amiga nos esperava. Também adiantou que se tratava de uma antiga bailarina, com uma vida bastante conturbada e completamente imprevisível. Pensei para com os meus botões que a noite prometia momentos alucinantes.
Pouco depois, estacionávamos o carro frente a um prédio antigo em Arroios. Vejo surgir uma mulher de trinta e poucos anos, cabelo preto curtinho e bastante magra. Ela e o Pedro cumprimentam-se efusivamente e sou apresentado à Ana. Quando chegámos à feira estávamos famintos e procurámos rapidamente para um restaurante. No recinto já se respirava uma atmosfera nostálgica, uma lenta e agonizante despedida, em que a degradação das instalações parecia ainda mais evidente e com poucas pessoas a circular pelo recinto. Os restaurantes que outrora estariam cheios numa sexta-feira à noite, estavam agora praticamente entregues às moscas.
Instalamo-nos no primeiro andar de um desses restaurantes, junto às janelas que faziam circular um ar fresco na sala. Fazemos o nosso pedido e vamos bebendo sangria gelada. A conversa fluía a bom ritmo e já dava para notar que a Ana era uma mulher vivida pelas conversas que tinha. A certa altura, apercebo-me de uma certa conspiração entre ela e o Pedro. Não sabia bem do que se tratava, mas calculava que estivessem a tramar alguma e que eu estaria envolvido naquele esquema que engendravam. Esse sentimento ainda se tornou mais claro, quando regresso de uma ida à casa de banho e os apanho aos risinhos e a olhar para mim. Finjo não perceber nada e continuamos a nossa refeição que por aquela altura já ia bem regada.
Após termos bebido os cafés, continuamos a nossa animada conversa. Eu mantenho-me mais calado. È da minha natureza falar pouco e observar atentamente as pessoas e os ambientes que me rodeiam. A dada altura, sinto uma sensação desagrável em relação à Ana. Não conseguia muito bem entender o que era, mas o seu olhar perturbava-me de certa maneira. Ela tinha notórios tiques psicóticos e ia contando alguns episódios da sua vida pouco dignificantes. Prefiro não dar muita importância a isso. Afinal de contas, estava ali para beber uns copos e divertir-me um pouco.
Saímos do restaurante, já passava das onze horas da noite e circulamos um pouco pelo recinto. Mais uma vez, dava conta que ela e o Pedro continuavam com os segredinhos entre eles. Ao passarmos em frente ao labirinto dos espelhos, a Ana diz que gostaria de entrar. Compramos os bilhetes e entramos lá para dentro. Passamos pela enorme roda da entrada e subimos ao primeiro andar onde se encontrava o labirinto propriamente dito. Éramos as únicas pessoas por ali. Daí a pouco, vejo a Ana a baixar as calças e a exibir o seu rabo. Usava umas diminutas cuecas fio dental pretas e diga-se de passagem que tinha um traseiro bem proporcionado em relação ao resto do corpo. Fiquei momentaneamente atónito com a sua aitude mas estava decidido a entrar na brincadeira. Perto de mim, o Pedro ria às gargalhadas. Era evidente que tudo isto tinha sido planeado pelos dois com o objectivo de me surpreender. Aproxima-se dela e afaga-lhe as nádegas. Ela ajoelha-se a seus pés, abre a braguilha, tira-lhe o pénis para fora e começa a chupar. Eu vou observando a cena de perto. O Pedro pede para que eu me aproxime e faça o mesmo. Envolvido por aquele momento de loucura colectiva, coloco o pau para fora. Agachada á nossa frente, a Ana vai alternando a sua boca nos nossos mastros, demonstrando todo o seu talento oral.
Com receio de sermos surpreendidos por algum funcionário ou outro visitante, damos fim aquela cena. Recompomos a roupa, respiramos fundo e saímos dali para fora rapidamente.
Ao abandonarmos a feira, a Ana diz que tem vontade de ir para um bar. Entramos no carro e vamos seguindo pela Avenida da República, rumo ao centro da cidade. Eu vou observando distraídamente o traseuntes que vão passado nas calçadas e quase nem me apercebo de um restolhar de tecidos a meu lado. Noto um vulto debruçar-se para a frente do habitáculo e quando olho para o lado, sou surpreendido ao vêr a cabeça da Ana mergulhada no colo do meu colega. Continuamos a nosa trajectória, comigo perdido de riso e olhando para os carros que nos ladeavam, tentando observar se alguém de apercebia da loucura que se desenrolava ali dentro. Estava provado que aquela Ana era verdadeiramente alucinada. O broche só terminou a meio da descida da António Augusto de Aguiar.
Paramos o carro nas imediações do Marquês de Pombal, junto a uma caixa multibanco. O Pedro sai do carro, ainda ajeitando as calças e vai levantar dinheiro. Sem proferir uma única palavra, a Ana desliza para o banco da frente e senta-se no meu colo. Beija-me e põe as mamas para fora. Eram umas mamas pequenas, mas perfeitamente desenhadas e sensuais. Afundo o meu rosto no seu peito e lambo os bicos que ficam endurecidos sob o toque da minha língua. Eu senti que ela estava sôfrega e observo que ela vai baixando as calças mais uma vez. Desliza as cuecas para o lado e exibe a sua vagina totalmente depilada. Tomba para trás e pede para eu lamber. Debruço-me e chupo-a ao de leve.
Quando o Pedro se aproxima do carro e observa a cena, desata-se a rir novamente. Entra e ficamos completamente apertados com a Ana no meio de nós dois. Era a vez dele provar aquele mel. Enquanto ele a vai lambendo, dedico-me uma vez mais a chupar e a afagar os peitos da Ana. Ficamos naquilo durante algum tempo, com o carro estacionado em cima da calçada e ignorando completamente quem pudesse estar a passar por ali.
A temperatura aumentava rapidamente mas decidimos acabar com aquele momento tórrido. Recompomos as nossas roupas e cabelos e seguimos viagem para o bar. O episódio daquela noite ficou por isto mesmo. No entanto, cheguei a sair mais algumas vezes com a Ana e experimentei todo o seu fulgor sexual. Infelizmente, as más vibrações que ela me tinha transmitido no início daquela noite tinham algum fundamento. A mulher tinha tanto de louca como de boa na cama. No entanto, dedicava-se a jogos doentios que tinham por objectivo causar danos na amizade que eu tinha com o Pedro. Porém, ela parecia esquecer-se que estava a lidar com dois homens experientes, verdadeiros lobos da noite naquela altura e que não seria fácil domar-nos com os seus estratagemas.
Seguiram-se dois ou três meses intensos de sexo, mentiras e intrigas que nos deixaram perturbados, mas no final, a confiança que tínhamos um no outro acabou por prevalecer e a Ana desapareceu subitamente de circulação.
Eu e o meu colega Pedro dávamos por encerrado mais um dia de trabalho. Na saída, ele desafia-me para um jantar na Feira Popular. Era sexta-feira, a noite prometia ser quente e eu não tinha nada programado nada para esse serão. Aceitei de imediato e ele foi-me adiantando com um sorriso irónico, que iria convidar uma amiga para nos acompanhar. Desde logo, aquele convite pareceu-me suspeito mas não lhe disse nada. Combinámos de nos encontrar uma hora depois. Passaríamos por casa para nos livrarmos dos incómodos fatos e gravatas, tomar um banho e colocar uma roupas mais confortáveis.
Por volta das oito da noite, escuto um toque no telemóvel. Era o Pedro que me esperava na porta do prédio. Seguimos em alta velocidade rumo a Lisboa. No caminho, ele foi-me explicando que a sua amiga nos esperava. Também adiantou que se tratava de uma antiga bailarina, com uma vida bastante conturbada e completamente imprevisível. Pensei para com os meus botões que a noite prometia momentos alucinantes.
Pouco depois, estacionávamos o carro frente a um prédio antigo em Arroios. Vejo surgir uma mulher de trinta e poucos anos, cabelo preto curtinho e bastante magra. Ela e o Pedro cumprimentam-se efusivamente e sou apresentado à Ana. Quando chegámos à feira estávamos famintos e procurámos rapidamente para um restaurante. No recinto já se respirava uma atmosfera nostálgica, uma lenta e agonizante despedida, em que a degradação das instalações parecia ainda mais evidente e com poucas pessoas a circular pelo recinto. Os restaurantes que outrora estariam cheios numa sexta-feira à noite, estavam agora praticamente entregues às moscas.
Instalamo-nos no primeiro andar de um desses restaurantes, junto às janelas que faziam circular um ar fresco na sala. Fazemos o nosso pedido e vamos bebendo sangria gelada. A conversa fluía a bom ritmo e já dava para notar que a Ana era uma mulher vivida pelas conversas que tinha. A certa altura, apercebo-me de uma certa conspiração entre ela e o Pedro. Não sabia bem do que se tratava, mas calculava que estivessem a tramar alguma e que eu estaria envolvido naquele esquema que engendravam. Esse sentimento ainda se tornou mais claro, quando regresso de uma ida à casa de banho e os apanho aos risinhos e a olhar para mim. Finjo não perceber nada e continuamos a nossa refeição que por aquela altura já ia bem regada.
Após termos bebido os cafés, continuamos a nossa animada conversa. Eu mantenho-me mais calado. È da minha natureza falar pouco e observar atentamente as pessoas e os ambientes que me rodeiam. A dada altura, sinto uma sensação desagrável em relação à Ana. Não conseguia muito bem entender o que era, mas o seu olhar perturbava-me de certa maneira. Ela tinha notórios tiques psicóticos e ia contando alguns episódios da sua vida pouco dignificantes. Prefiro não dar muita importância a isso. Afinal de contas, estava ali para beber uns copos e divertir-me um pouco.
Saímos do restaurante, já passava das onze horas da noite e circulamos um pouco pelo recinto. Mais uma vez, dava conta que ela e o Pedro continuavam com os segredinhos entre eles. Ao passarmos em frente ao labirinto dos espelhos, a Ana diz que gostaria de entrar. Compramos os bilhetes e entramos lá para dentro. Passamos pela enorme roda da entrada e subimos ao primeiro andar onde se encontrava o labirinto propriamente dito. Éramos as únicas pessoas por ali. Daí a pouco, vejo a Ana a baixar as calças e a exibir o seu rabo. Usava umas diminutas cuecas fio dental pretas e diga-se de passagem que tinha um traseiro bem proporcionado em relação ao resto do corpo. Fiquei momentaneamente atónito com a sua aitude mas estava decidido a entrar na brincadeira. Perto de mim, o Pedro ria às gargalhadas. Era evidente que tudo isto tinha sido planeado pelos dois com o objectivo de me surpreender. Aproxima-se dela e afaga-lhe as nádegas. Ela ajoelha-se a seus pés, abre a braguilha, tira-lhe o pénis para fora e começa a chupar. Eu vou observando a cena de perto. O Pedro pede para que eu me aproxime e faça o mesmo. Envolvido por aquele momento de loucura colectiva, coloco o pau para fora. Agachada á nossa frente, a Ana vai alternando a sua boca nos nossos mastros, demonstrando todo o seu talento oral.
Com receio de sermos surpreendidos por algum funcionário ou outro visitante, damos fim aquela cena. Recompomos a roupa, respiramos fundo e saímos dali para fora rapidamente.
Ao abandonarmos a feira, a Ana diz que tem vontade de ir para um bar. Entramos no carro e vamos seguindo pela Avenida da República, rumo ao centro da cidade. Eu vou observando distraídamente o traseuntes que vão passado nas calçadas e quase nem me apercebo de um restolhar de tecidos a meu lado. Noto um vulto debruçar-se para a frente do habitáculo e quando olho para o lado, sou surpreendido ao vêr a cabeça da Ana mergulhada no colo do meu colega. Continuamos a nosa trajectória, comigo perdido de riso e olhando para os carros que nos ladeavam, tentando observar se alguém de apercebia da loucura que se desenrolava ali dentro. Estava provado que aquela Ana era verdadeiramente alucinada. O broche só terminou a meio da descida da António Augusto de Aguiar.
Paramos o carro nas imediações do Marquês de Pombal, junto a uma caixa multibanco. O Pedro sai do carro, ainda ajeitando as calças e vai levantar dinheiro. Sem proferir uma única palavra, a Ana desliza para o banco da frente e senta-se no meu colo. Beija-me e põe as mamas para fora. Eram umas mamas pequenas, mas perfeitamente desenhadas e sensuais. Afundo o meu rosto no seu peito e lambo os bicos que ficam endurecidos sob o toque da minha língua. Eu senti que ela estava sôfrega e observo que ela vai baixando as calças mais uma vez. Desliza as cuecas para o lado e exibe a sua vagina totalmente depilada. Tomba para trás e pede para eu lamber. Debruço-me e chupo-a ao de leve.
Quando o Pedro se aproxima do carro e observa a cena, desata-se a rir novamente. Entra e ficamos completamente apertados com a Ana no meio de nós dois. Era a vez dele provar aquele mel. Enquanto ele a vai lambendo, dedico-me uma vez mais a chupar e a afagar os peitos da Ana. Ficamos naquilo durante algum tempo, com o carro estacionado em cima da calçada e ignorando completamente quem pudesse estar a passar por ali.
A temperatura aumentava rapidamente mas decidimos acabar com aquele momento tórrido. Recompomos as nossas roupas e cabelos e seguimos viagem para o bar. O episódio daquela noite ficou por isto mesmo. No entanto, cheguei a sair mais algumas vezes com a Ana e experimentei todo o seu fulgor sexual. Infelizmente, as más vibrações que ela me tinha transmitido no início daquela noite tinham algum fundamento. A mulher tinha tanto de louca como de boa na cama. No entanto, dedicava-se a jogos doentios que tinham por objectivo causar danos na amizade que eu tinha com o Pedro. Porém, ela parecia esquecer-se que estava a lidar com dois homens experientes, verdadeiros lobos da noite naquela altura e que não seria fácil domar-nos com os seus estratagemas.
Seguiram-se dois ou três meses intensos de sexo, mentiras e intrigas que nos deixaram perturbados, mas no final, a confiança que tínhamos um no outro acabou por prevalecer e a Ana desapareceu subitamente de circulação.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Fado Samba

Lisboa, Junho de 2007
Chegámos à capital portuguesa no final daquela Primavera quente. Eu estava de passagem por Lisboa para resolver alguns negócios pendentes. Como se tratava de uma curta estadia, a Cláudia acompanhou-me nessa viagem e ficámos instalados no Hotel Borges, no Chiado, em pleno coração alfacinha. Os dois primeiros dias foram bastante atarefados e enquanto eu me ocupava dos meus afazeres profissionais, a Cláudia entretinha-se a redescobrir os recantos de uma cidade que a tinha fascinado numa viagem anterior.
Nos dias anteriores á viagem, tinha comentado com a Cláudia que tinha uma grande amiga fadista com quem já tinha tido algumas aventuras sexuais em tempos recentes. Tratava-se da Filipa, bissexual assumida e possuidora de uns olhos felinos difíceis de esquecer. Ficou combinado com que num desses dias, iríamos jantar à casa de fados onde a Filipa se costumava apresentar e caso houvesse alguma química entre nós, avançaríamos com uma sessão sexual a três.
Numa sexta-feira, a dois dias de regressarmos ao Brasil, fomos até Alfama a uma afamada casa de fados onde a Filipa iria cantar. A casa estava cheia. A maioria da clientela era composta por grupos de turistas estrangeiros que queriam absorver a magia que a canção tradicional portuguesa provoca mesmo aqueles que não entendem a nossa língua.
Fomos graciosamente acolhidos pelos proprietários do estabelecimento e pela Filipa que já nos aguardava. Pude logo constatar que a Filipa mirava a Cláudia da cabeça aos pés e notei que a minha parceira lhe tinha agradado num primeiro contacto. A minha amiga fadista continuava muito bonita. Seus cabelos negros encaracolados, olhos felinos e aquela pele que mais parecia pura porcelana.
Sentámo-nos numa mesa mais reservada, jantámos tranquilamente e logo depois deixámo-nos embalar pelos fados cantados pelos três fadistas que se apresentaram naquela noite. Anteriormente, a Cláudia tinha comentado que o fado não lhe agradava pela sua melancolia quase doentia, mas desta feita, parecia rendida aos belos poemas que eram acompanhados pelo choro das guitarras.
Eram quase duas da manhã, quando a Filipa veio-se sentar junto de nós. Depressa se criou um clima de intimadade entre nós. A conversa decorria fluída e descontraída, pontuada aqui e ali de alguma malícia. As minhas parceiras pareciam entender-se muito bem e eu já adivinhava uma madrugada escaldante, divindindo-me entre aquelas duas belas ninfas. Acabei por ser eu a desferir o ataque final, ao convidar a Filipa para nos acompanhar até ao hotel. Ela solta uma sonora gargalhada com o meu descaramento súbito. Acenou positivamente com a cabeça e preparámo-nos para sair dali rapidamente. Apanhamos um taxi e seguimos na direcção do Chiado.
A madrugada já ia adiantada e os funcionários de serviço naquela noite olha-me de soslaio, quando me vêem entrar acompanhado de duas mulheres. Decidi ignorar aqueles olhares indiscretos e subimos até ao terceiro andar. Mal demos entrada no quarto 305, deixo-me envolver por aquelas duas mulheres. Beijo-as alternadamente e percorro suavemente os seus corpos com as minhas mãos. Logo depois, peço que Filipa beije a Cláudia. A imagem era excitante e aproveito o momento para me ir libertando das minhas roupas. Vejo que elas as duas imitam o meu gesto, despindo-se uma à outra sem descolarem os lábios.
Deito-me na cama completamente nu e observo elas as duas cada vez mais agitadas. Na penumbra do quarto, apenas iluminado por um dos candeeiros de cabeceira, vejo Filipa mergulhada nos seios da Cláudia que tomba a cabeça para trás, deixando-se levar pelo prazer.
Chamo-as para perto de mim. Mais beijos e afagos. Ajeito duas almofadas e deito-me relaxadamente. Peço que me chupem. As bocas e as línguas alternam de forma perfeita na exploração de todos os recantos do meu sexo. Ao invés de fechar os olhos, observo-as atentamente e tento reter todos aquelas imagens estimulantes. Um pouco depois, a Cláudia continua a mamar e a Filipa vai para trás dela. Empina-lhe o rabo, colocando-a de quatro e devora-a com a língua. Naquele momento, os gemidos aumentavam de intensidade e o quarto era um puro retrato de luxúria e prazer. Estimulada pela língua da Filipa, a Cláudia chupava com mais vigor ainda e engolia-me a vara na totalidade, fazendo-a tocar na sua garganta ao ponto de lacrimejar.
Peço que ela se sente em cima de mim. Ela cavalga-me com ferocidade e afaga os seus próprios peitos. Faço sinal para que a Filipa se posicione por cima do meu rosto. Em instantes, tinha a Cláudia montada no meu pénis e a Filipa inundava o meu rosto com o seu mel agri-doce. Não demorou muito para que a minha amiga fadista se viesse na minha boca. Deixa-se cair lânguidamente a meu lado, disfrutando daquele torpor posterior ao orgasmo e observa a Cláudia que ia-se deliciando com o meu caralho nas suas entranhas. Pouco depois, venho-me em simultâneo com ela, inundando-a de esperma que ela parecia querer beber através dos seus espasmos vaginais. Serenamos durante breves momentos.
Sento-me numa poltrona no canto do quarto e acendo um cigarro. A minha cabeça fervilhava de excitação. Peço que se posicionem na sugestiva posição de 69. Queria vê-las a chuparem-se uma à outra. Elas sorriem e obedecem ao meu pedido. Era como se estivesse a vêr um filme pornográfico ao vivo. A única diferença era que a imagem estava embaciada pelo fumo que eu ia expelindo lentamente. Sentia o meu pénis a revigorar-se novamente...
Levanto-me e avanço para a cama. A Filipa estava por cima da Cláudia. Sem grandes demoras, coloco um preservativo e penetro-a por trás. A Cláudia posiciona melhor a cabeça e ao mesmo tempo que eu ia enfiando na cona da Filipa, ela aproveita para alternar a sua boca ora no grelo da nossa parceira, ora nos meus testículos. Sinto arrepios na espinha e agarro a cintura da Filipa com firmeza. Sentia-me como que embriagado por tanto estímulo e prazer.
De súbito, a Cláudia pede que eu lhe coma o rabo. Saio de dentro da Filipa que estava completamente molhada, jogo fora a camisinha e coloco a Cláudia de quatro. Debruço-me e dou-lhe uma leves lambidas no ânus para o deixar ainda mais relaxado. Posiciono-me por trás dela e vou introduzindo o pénis lentamente. Ela geme e abre-se toda para mim. Sem grande dificuldade, atinjo o fundo. Vou comendo aquele rabo a bom ritmo. Atrás de mim, a Filipa esfrega as mamas nas minhas costas e vai-me provocando com pequenas mordidas na nuca e nas orelhas. Minutos depois, sinto que estou prestes a gozar. Coloco-me de pé na cama. A Cláudia e a Filipa percebem de imediato a minha ideia e posicionam os seus rostos abaixo da minha vara. Masturbo-me rapidamente e solto uma valente ejaculação que lhes inundou rosto e língua. As minhas pernas estremecem e deixo-me cair na cama esgotado.
A Filipa levanta-se e vai para a casa de banho. Oiço água a escorrer do chuveiro. Pouco depois, vejo-a vestir-se, pegar no telefone para chamar um taxi e despede-se de nós. Ficou prometida uma visita da nossa fadista ao Brasil. Eu sentia-me pleno, pois tinha tido a meu lado a mais bela das combinações do fado lusitano em alternância com o encalorado samba brasileiro.
Aproveito para tomar um banho com a Cláudia. Ainda me sentia muito excitado e queria mais. Os ponteiros do relógio já ultrapassavam as cinco da manhã, uns tímidos raios solares iam invadindo o quarto e nós ainda estávamos em plena comunhão carnal por cima das tolhas húmidas.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Três é demais?

Dois é bom, três é demais. Um sábio provérbio. Porém, nem sempre se dá assim. O triângulo se forma independentemente da vontade em certas ocasiões. Tem quem se jogue nessas aventuras e delas só guardem boas recordações.
Sou atraída para essas relações ou atraídas por elas. Não sei bem. Foi assim que me vi de repente entre vocês. Já havíamos falado sobre a hipótese como uma prenda para mim.
Excitava-me a idéia, mas não estava preparada quando jantamos com seu amigo em uma noite quente. A conversa ía correndo inocentemente com algumas insinuações picantes. A princípio fingi não entender.
Ele não disfarçava. Eu não sabia até onde aquilo iria, mas comecei a me preocupar com você. Um pouco mais tarde a sensualidade era nítida. Levantei-me da mesa e o chamei discretamente. Perguntei se você estava notando. Você confirmou e disse para eu não me importar. Era uma forma de retribuir e você faria parte do jogo.
Voltamos à mesa e o assunto foi ficando mais estimulante ainda. Eu já não precisava me segurar. Tinha seu apoio. Nos beijavamos. Sua mão passeava pelas minha coxas e ele pediu permissão para sentir a textura de minha pele também.
Senti as mãos de dois homens acariciando-me e comecei a perder a noção da realidade. Aquilo me excitava e muito. Estava húmida e meu rosto refletia o prazer. Você percebeu e achou por bem sairmos do restaurante. Subimos para a sua suíte.
Mal entrei e nem deu tempo da lucidez abaixar meu desejo. Você me beijou e pediu licença para telefonar. Era a deixa para ele se aproximar. Ele continuou o beijo e pela primeira vez senti a deiíciosa diferença de dois beijos em poucos minutos. Enquanto colava meu corpo ao do amigo novo, senti você chegando rígido me abraçando por trás.
Voltei-me para você e dei início à chupada que adorava. Queria lhe agradar e ao mesmo tempo mostrar ao outro como eu fazia bem aquilo. Fui com gosto ao seu membro e te olhava com enorme tesão.
Já tinha me desfeito das roupas que usava e meus mamilos mostravam a minha excitação. O mel escorria pelas minhas pernas quando fiz meu homem gozar a primeira vez espalhando seu gozo pelo meu rosto.
Foi assim que me virei para o visitante e mostrei a ele como era bom se entregar à minha boca. Dei-lhe o tratamento que um hóspede merece ter. Um por vez, provei dos dois e os dois provaram de mim.
Ele derramou seu gozo pelas minhas tetas quando você queria mais. Era a minha vez de ser chupada e fui pelos dois. Cada um aos seu modo me retribuia o prazer e eu gemia;Louca, abri-me para você e freneticamente tive um dos orgasmos mais intensos de minha vida.
Levantei-me e fui tomar banho. Na volta o amigo já não estava. Esgotada caí na cama querendo dormir, mas você não queria e me tomou o que eu ainda não tinha lhe dado naquela noite. Fui sua puta com gosto sentindo seu pau na minha bunda, marcando seu território.
Dormi horas seguidas. Acordei com a sensação de satisfação pelo corpo, mas com estranheza. Não consegui encarar seu hóspede naquele dia. Sinceramente não sei se amizade permanece quando o tesão se instala.
Sou atraída para essas relações ou atraídas por elas. Não sei bem. Foi assim que me vi de repente entre vocês. Já havíamos falado sobre a hipótese como uma prenda para mim.
Excitava-me a idéia, mas não estava preparada quando jantamos com seu amigo em uma noite quente. A conversa ía correndo inocentemente com algumas insinuações picantes. A princípio fingi não entender.
Ele não disfarçava. Eu não sabia até onde aquilo iria, mas comecei a me preocupar com você. Um pouco mais tarde a sensualidade era nítida. Levantei-me da mesa e o chamei discretamente. Perguntei se você estava notando. Você confirmou e disse para eu não me importar. Era uma forma de retribuir e você faria parte do jogo.
Voltamos à mesa e o assunto foi ficando mais estimulante ainda. Eu já não precisava me segurar. Tinha seu apoio. Nos beijavamos. Sua mão passeava pelas minha coxas e ele pediu permissão para sentir a textura de minha pele também.
Senti as mãos de dois homens acariciando-me e comecei a perder a noção da realidade. Aquilo me excitava e muito. Estava húmida e meu rosto refletia o prazer. Você percebeu e achou por bem sairmos do restaurante. Subimos para a sua suíte.
Mal entrei e nem deu tempo da lucidez abaixar meu desejo. Você me beijou e pediu licença para telefonar. Era a deixa para ele se aproximar. Ele continuou o beijo e pela primeira vez senti a deiíciosa diferença de dois beijos em poucos minutos. Enquanto colava meu corpo ao do amigo novo, senti você chegando rígido me abraçando por trás.
Voltei-me para você e dei início à chupada que adorava. Queria lhe agradar e ao mesmo tempo mostrar ao outro como eu fazia bem aquilo. Fui com gosto ao seu membro e te olhava com enorme tesão.
Já tinha me desfeito das roupas que usava e meus mamilos mostravam a minha excitação. O mel escorria pelas minhas pernas quando fiz meu homem gozar a primeira vez espalhando seu gozo pelo meu rosto.
Foi assim que me virei para o visitante e mostrei a ele como era bom se entregar à minha boca. Dei-lhe o tratamento que um hóspede merece ter. Um por vez, provei dos dois e os dois provaram de mim.
Ele derramou seu gozo pelas minhas tetas quando você queria mais. Era a minha vez de ser chupada e fui pelos dois. Cada um aos seu modo me retribuia o prazer e eu gemia;Louca, abri-me para você e freneticamente tive um dos orgasmos mais intensos de minha vida.
Levantei-me e fui tomar banho. Na volta o amigo já não estava. Esgotada caí na cama querendo dormir, mas você não queria e me tomou o que eu ainda não tinha lhe dado naquela noite. Fui sua puta com gosto sentindo seu pau na minha bunda, marcando seu território.
Dormi horas seguidas. Acordei com a sensação de satisfação pelo corpo, mas com estranheza. Não consegui encarar seu hóspede naquele dia. Sinceramente não sei se amizade permanece quando o tesão se instala.
domingo, 1 de março de 2009
Trio Maravilha

Por várias vezes tenho lido textos sobre a iniciação do sexo a três. Creio que não haverá um consenso sobre a melhor forma de abordar esta questão e tudo depende do grau de intimidade e cumplicidade de cada casal. Admito que tive algumas dificuldades para conduzir a Cláudia para essa experiência. Ficou desde logo estabelecido que não iríamos incomodar nenhuma das nossas amizades em comum e, optámos por recorrer a uma profissional do sexo para o seu primeiro contacto. Eu já tinha alguma experiência na matéria, derivada de alguns relacionamentos anteriores. Os mais cépticos poderão levantar o sobrolho, mas é certo que seria a única chance de termos uma parceira experiente e que não teria envolvimento emocional com nenhum dos dois. Se porventura alguma coisa corresse mal, poderia facilmente ser conduzida para fora da nossa cama.
Ao final de uma tarde quente, entrámos num conhecido motel da cidade e ligo para um serviço de acompanhantes de luxo. Eu já tinha consultado a página do serviço da internet e tinha escolhido uma ninfeta loira que despertou a minha atenção. Para minha satisfação, ela estava livre no momento e combinámos rapidamente o programa a fazer. Num prazo de meia hora, ela estaria junto de nós.
Cláudia evidencia algum nervosismo. Serve-se de um whisky com gelo e acende um cigarro. Eu próprio, vou sentido um frio na barriga. Temia que ela reagisse mal a toda esta situação e que fosse sucumbir devido a uma crescente ansiedade. Aproveito para tomar um duche e relaxar um pouco. Logo de seguida, oiço um táxi a chegar, passos apressados e tocam na campaínha da nossa suíte. Cláudia coloca um roupão e senta-se na cama, de modo a não ser vista pela acompanhante logo de entrada. A acompanhante que disse chamar-se Júlia era um pouco diferente daquilo que eu tinha visto na página da internet. Aparentava ser ainda mais nova e isso acabou por causar um grande constrengimento na Cláudia que receava termos contratado uma menor de idade. No entanto, após as apresentações iniciais e alguma conversa de circunstância, a situação amenizou-se. A Júlia pede permissão para tomar um banho e aproveito o momento para avançar sobre a Cláudia com o intuito de a excitar um pouco.
Beijo-a ternamente, tiro-lhe o robe e aproveito para lhe afagar o peito e lamber os seus mamilos que correspondem de imediato aos estímulos da minha língua. Quando nos apercebemos, a Júlia já está perto de nós, completamente nua. Ela ainda não deveria ter vinte anos, com cabelos loiros encaracolados, corpo franzino mas de curvas generosas. Peço que se aproxime e faço as minhas mãos deslizarem pela sua pele macia. Apalpo-lhe as mamas firmes e logo depois chupo-as suavemente. Sinto que o ambiente está mais descontraído e aproveito para me recostar na cama. Elas percebem claramente a minha mensagem e avançam para o meu pénis. Chupam-me deliciosamente, numa perfeita alternância de bocas que deslizavam sobre o meu pau. Custava-me a crer que a Cláudia era uma debutante nestas lides, dado o à vontade que demonstrou logo nos primeiros instantes. Elas duas pareciam ter uma coreografia previamente ensaiada. Uma visão muito excitante para mim, á qual eu correspondia com uma erecção cada vez mais firme.
Um pouco depois, disponho-as lado a lado na cama e entretenho-me a alternar a minha boca nas suas vaginas. Elas gemem de prazer e para além de as estimular com a boca, vou explorando-as com os meus dedos. Neste momento já estou completamente absorto da realidade e louco para dar vazão ao meu crescente estado de excitação. Avanço para cima da Cláudia, ergo-lhe as pernas e penetro-a com fortes estocadas. Ela fecha os olhos e deixa-se levar pelo meu fulgor. Enquanto isso, a nossa parceira de ocasião debruça-se sobre a Cláudia e lambe-lhe os mamilos com satisfação. Não tardámos muito para gozar quase ao mesmo tempo. Creio que foi uma forma de libertarmos alguma da tensão inicial e avançar ainda mais às profundezas do prazer. Fazemos uma breve pausa e aproveitamos para nos refrescar um pouco.
Chega então o momento que eu mais esperava. Desejava ver a desenvoltura da Cláudia com outra mulher. Sento-me numa cadeira defronte da cama, numa atitude claramente voyeur e ,ordeno que Júlia se entretenha com a minha amante. Cláudia olha para mim meio embaraçada mas logo depois fecha os olhos e deixa-se levar pela situação. Tornava-se claro que Júlia tinha experiência na matéria e dedica-se com sabedoria a estimular a fêmea que se encontrava diante de si. Primeiramente no peito e lentamente, vai avançando para baixo até ficar com a boca mergulhada na vulva de Cláudia que geme baixinho. A dada altura, não resisto mais perante cenário tão estimulante e ajoelho-me aos pés da cama. Por breves momentos, alterno a minha língua entre a vagina e o ânus da nossa ninfeta que atacava a Cláudia ferozmente. Entretanto, Cláudia chama-me para perto dela. Deito-me a seu lado, dou-lhe a mão e beijo-a intensamente. Creio que o segredo de um ménage-a-trois bem sucedido, consiste nisto mesmo, muita confiança e transmitirmos à nossa parceira que ela é o centro das atenções e que tudo o que está a ser feito é para benefício do seu prazer. Acho que ela atingiu a minha mensagem através de uma sintonia de olhares.
De repente, Cláudia aperta a minha mão com força, liberta-se da minha boca e explode num enorme orgasmo de fragrância e sonoridade intensa. Júlia sorri para mim de modo cúmplice e deita-se a nosso lado. A respiração de Cláudia é ofegante e o seu rosto está vermelho e suado. Aproveito esta breve pausa, para afagar e descobrir os detalhes mais íntimos dos corpos destas duas belas mulheres que me acompanhavam. Eu ainda estava muito agitado e queria possuir a nossa acompanhante. Sob o olhar curioso da Cláudia, peço à Júlia para me colocar uma camisinha e coloco-a de quatro. Ela coloca a cabeça no travesseiro e deixa-se penetrar. Fodo-a lentamente com o intuito de aproveitar ao máximo aquele momento de luxúria. Pouco depois, sinto Cláudia por trás de mim. Beija-me o pescoço ternamente e vai avançado para baixo. Abre-me as nádegas e passa-me a língua no ânus e testículos. Sinto um arrepio a percorrer-me a espinha e o meu pénis parece ficar ainda mais rijo. Aumento a velocidade e perante tal estímulo, não tardei a vir-me mais uma vez.
Apesar de ser uma prostituta, Júlia acabou por demonstrar uma atitude bastante descontraída connosco e deixou-se ficar por mais algum tempo. Trocámos novas carícias, beijos e afagos. A Cláudia aproveita para me chupar mais uma vez. Já estava completamente liberta e demonstra total desinibição perante o olhar de Júlia, a lamber o meu pau vorazmente. Ainda me sinto com energia para muito mais e minutos depois já estou a comer-lhe o rabo. E como eu adoro comer o rabo da Cláudia! Invertem-se os papéis e agora é a vez da Júlia me acariciar enquanto vou devorando o cu da minha parceira. A Cláudia grita com o rosto encostado na almofada e vai-se masturbando na frente. Acabámos por gozar pela terceira vez.
O horário da Júlia tinha-se esgotado. Fazem-se as despedidas e fica no ar a promessa secreta de eu e Cláudia virmos a ter ainda outras experiências mais intensas e ousadas...
Ao final de uma tarde quente, entrámos num conhecido motel da cidade e ligo para um serviço de acompanhantes de luxo. Eu já tinha consultado a página do serviço da internet e tinha escolhido uma ninfeta loira que despertou a minha atenção. Para minha satisfação, ela estava livre no momento e combinámos rapidamente o programa a fazer. Num prazo de meia hora, ela estaria junto de nós.
Cláudia evidencia algum nervosismo. Serve-se de um whisky com gelo e acende um cigarro. Eu próprio, vou sentido um frio na barriga. Temia que ela reagisse mal a toda esta situação e que fosse sucumbir devido a uma crescente ansiedade. Aproveito para tomar um duche e relaxar um pouco. Logo de seguida, oiço um táxi a chegar, passos apressados e tocam na campaínha da nossa suíte. Cláudia coloca um roupão e senta-se na cama, de modo a não ser vista pela acompanhante logo de entrada. A acompanhante que disse chamar-se Júlia era um pouco diferente daquilo que eu tinha visto na página da internet. Aparentava ser ainda mais nova e isso acabou por causar um grande constrengimento na Cláudia que receava termos contratado uma menor de idade. No entanto, após as apresentações iniciais e alguma conversa de circunstância, a situação amenizou-se. A Júlia pede permissão para tomar um banho e aproveito o momento para avançar sobre a Cláudia com o intuito de a excitar um pouco.
Beijo-a ternamente, tiro-lhe o robe e aproveito para lhe afagar o peito e lamber os seus mamilos que correspondem de imediato aos estímulos da minha língua. Quando nos apercebemos, a Júlia já está perto de nós, completamente nua. Ela ainda não deveria ter vinte anos, com cabelos loiros encaracolados, corpo franzino mas de curvas generosas. Peço que se aproxime e faço as minhas mãos deslizarem pela sua pele macia. Apalpo-lhe as mamas firmes e logo depois chupo-as suavemente. Sinto que o ambiente está mais descontraído e aproveito para me recostar na cama. Elas percebem claramente a minha mensagem e avançam para o meu pénis. Chupam-me deliciosamente, numa perfeita alternância de bocas que deslizavam sobre o meu pau. Custava-me a crer que a Cláudia era uma debutante nestas lides, dado o à vontade que demonstrou logo nos primeiros instantes. Elas duas pareciam ter uma coreografia previamente ensaiada. Uma visão muito excitante para mim, á qual eu correspondia com uma erecção cada vez mais firme.
Um pouco depois, disponho-as lado a lado na cama e entretenho-me a alternar a minha boca nas suas vaginas. Elas gemem de prazer e para além de as estimular com a boca, vou explorando-as com os meus dedos. Neste momento já estou completamente absorto da realidade e louco para dar vazão ao meu crescente estado de excitação. Avanço para cima da Cláudia, ergo-lhe as pernas e penetro-a com fortes estocadas. Ela fecha os olhos e deixa-se levar pelo meu fulgor. Enquanto isso, a nossa parceira de ocasião debruça-se sobre a Cláudia e lambe-lhe os mamilos com satisfação. Não tardámos muito para gozar quase ao mesmo tempo. Creio que foi uma forma de libertarmos alguma da tensão inicial e avançar ainda mais às profundezas do prazer. Fazemos uma breve pausa e aproveitamos para nos refrescar um pouco.
Chega então o momento que eu mais esperava. Desejava ver a desenvoltura da Cláudia com outra mulher. Sento-me numa cadeira defronte da cama, numa atitude claramente voyeur e ,ordeno que Júlia se entretenha com a minha amante. Cláudia olha para mim meio embaraçada mas logo depois fecha os olhos e deixa-se levar pela situação. Tornava-se claro que Júlia tinha experiência na matéria e dedica-se com sabedoria a estimular a fêmea que se encontrava diante de si. Primeiramente no peito e lentamente, vai avançando para baixo até ficar com a boca mergulhada na vulva de Cláudia que geme baixinho. A dada altura, não resisto mais perante cenário tão estimulante e ajoelho-me aos pés da cama. Por breves momentos, alterno a minha língua entre a vagina e o ânus da nossa ninfeta que atacava a Cláudia ferozmente. Entretanto, Cláudia chama-me para perto dela. Deito-me a seu lado, dou-lhe a mão e beijo-a intensamente. Creio que o segredo de um ménage-a-trois bem sucedido, consiste nisto mesmo, muita confiança e transmitirmos à nossa parceira que ela é o centro das atenções e que tudo o que está a ser feito é para benefício do seu prazer. Acho que ela atingiu a minha mensagem através de uma sintonia de olhares.
De repente, Cláudia aperta a minha mão com força, liberta-se da minha boca e explode num enorme orgasmo de fragrância e sonoridade intensa. Júlia sorri para mim de modo cúmplice e deita-se a nosso lado. A respiração de Cláudia é ofegante e o seu rosto está vermelho e suado. Aproveito esta breve pausa, para afagar e descobrir os detalhes mais íntimos dos corpos destas duas belas mulheres que me acompanhavam. Eu ainda estava muito agitado e queria possuir a nossa acompanhante. Sob o olhar curioso da Cláudia, peço à Júlia para me colocar uma camisinha e coloco-a de quatro. Ela coloca a cabeça no travesseiro e deixa-se penetrar. Fodo-a lentamente com o intuito de aproveitar ao máximo aquele momento de luxúria. Pouco depois, sinto Cláudia por trás de mim. Beija-me o pescoço ternamente e vai avançado para baixo. Abre-me as nádegas e passa-me a língua no ânus e testículos. Sinto um arrepio a percorrer-me a espinha e o meu pénis parece ficar ainda mais rijo. Aumento a velocidade e perante tal estímulo, não tardei a vir-me mais uma vez.
Apesar de ser uma prostituta, Júlia acabou por demonstrar uma atitude bastante descontraída connosco e deixou-se ficar por mais algum tempo. Trocámos novas carícias, beijos e afagos. A Cláudia aproveita para me chupar mais uma vez. Já estava completamente liberta e demonstra total desinibição perante o olhar de Júlia, a lamber o meu pau vorazmente. Ainda me sinto com energia para muito mais e minutos depois já estou a comer-lhe o rabo. E como eu adoro comer o rabo da Cláudia! Invertem-se os papéis e agora é a vez da Júlia me acariciar enquanto vou devorando o cu da minha parceira. A Cláudia grita com o rosto encostado na almofada e vai-se masturbando na frente. Acabámos por gozar pela terceira vez.
O horário da Júlia tinha-se esgotado. Fazem-se as despedidas e fica no ar a promessa secreta de eu e Cláudia virmos a ter ainda outras experiências mais intensas e ousadas...
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