
Num café da Boavista, eu e ela mantínhamos um diálogo perfeitamente normal e sem qualquer espécie de segundas intenções. No entanto, a minha imaginação mergulhava em imagens deste género sempre que o meu olhar pousava sobre o seu peito generoso.
DÁ PRAZER . ACEITA PRAZER. TÃO SIMPLES QUANTO ISSO.

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