
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Novo Emprego

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
És Especial
domingo, 6 de dezembro de 2009
Quarteto

Hoje, abro novamente as portas do motel a mais uma colaboração externa de uma leitora assídua deste espaço. Desta feita, o texto fica a cargo da Viviane, natural de São Paulo, no Brasil. Admito que perdi o fôlego ao ler esta aventura que ela viveu recentemente na companhia do seu marido, uma amiga e um...travesti!
Meu nome é Viviane, tenho 33 anos, sou morena, tenho 1.70m, 60 Kg, seios médios e um belo bumbum. Sou casada há cinco anos com Paulo, um belo homem de 1.85m, forte, musculoso e muito gostoso. Sempre tivemos um ótimo relacionamento em todos os sentidos, principalmente sexual. Porem com o passar do tempo sentimos a necessidade de apimentar nossa relação. Pouco a pouco fomos introduzindo outras pessoas em nossa cama. Primeiro apenas mulheres e depois casais. Erika foi uma das pessoas mais incriveis que conhecemos. Japonesinha, 24 anos, 1.58m, 45 Kg., bem delicadinha e gostosa. Ela tornou-se nossa amante preferencial. O caso que vou relatar agora ocorreu há pouco mais de um mês e foi a mais surpreendente e deliciosa aventura que já tivemos. Tudo começou em uma quarta-feira ao final da tarde. Eu e Paulo estavamos de férias e convidamos Erika para vir ao nosso apartamento. Me preparei como sempre tomando um belo banho e vestindo uma calcinha provocante, pois a Erika merece e adora me ver bem produzida. Ela chegou e tomamos alguns drinks e o Paulo disse que gostaria de fazer algo diferente naquela noite, pois geralmente transávamos no nosso apartamento. Pegamos o carro e fomos em busca de algum motel interessante. No caminho Erika disse que estava muito carente de sexo e que mais uma vez teria que dividir Paulo comigo e que isso não era justo. Como estavamos próximo do centro da cidade, Paulo provocou nós duas dizendo que poderiamos escolher um outro pau para gozar e nos levou até uma rua onde diversos travestis faziam ponto. Protestei dizendo que nunca havia pensado em transar com um travesti, mas Erika disse que ela iria adorar e que sempre teve essa fantasia. Então topei.
Ela ficou encarregada de escolher nossa nova "amiga". Após rodarmos por algum tempo, Erika apontou uma loira. Paulo parou o carro com a porta do passageiro virada para a loira. De perto pude ver o quanto ela era bonita e feminina. Tinha aproximadamente 1.68m, pele bem clarinha e uma bunda ainda maior e mais gostosa do que a minha (que modestia a parte já é grande e gostosa). Seu nome era Bárbara. Erika disse a ela que gostariamos de uma festinha, se ela toparia e quanto cobrava. Bárbara respondeu que adoraria participar da nossa festinha. Para provocar Erika perguntou se ela era bem dotada e ouviu a seguinte resposta: "Você nunca viu nada tao grosso". Rapidamente mandamos ela entrar no carro e seguimos para um motel. No caminho tentei apalpa-la para descobrir se o que ela disse era realmente verdade, mas ela se esquivou e disse que só mostraria no motel. Nao estava me aguentando mais de curiosidade e tesão. Minha calcinha estava completamente molhada.
Ao chegarmos no quarto, Bárbara deu inicio a um delicioso strip nos brindando com suas belas formas. Notei que Paulo tambem estava muito excitado pela boneca. Seu pau quase pulava pra fora da calça. Quando ficou apenas de calcinha, Bárbara fez um gesto para que Erika fosse ate lá tirá-la. Erika se aproximou, ajoelhou e com a boca abaixou a calcinha dela. Saltou para fora um pau ainda mole mas muito interessante, mas mesmo assim provoquei: "Nao me parace grande coisa" - disse.
"Entao vem aqui e ajuda sua amiguinha a me chupar" Me aproximei e coloquei aquele pau na minha boca, enquanto Erika lambia suas bolas. Aos poucos seu pau foi literalmente crescendo na minha boca e tomou proporçoes assustadoras. Paulo é muito bem dotado, o maior que já vi, tem 22 cm, porém o pau daquela boneca apesar de ser um pouco menor, era muito, mas muito mais grosso. Quande ele ficou totalmente duro eu nao conseguia colocá-lo na minha boca, tinha que chupa-lo de lado, sem tentar engoli-lo. Estavamos tão fascinadas por aquele pau que esquecemos do meu marido. Acho que pela primeira vez ele ficou com ciúmes de me ver com outro pau, pois tentava a todo instante me puxar para junto dele, porém seu esforço era em vão. Após algum tempo Bárbara cansou de ficar em pé e deitou-se na cama. Eu e Erika continuamos a chupá-la, mas Paulo desta vez achou onde colocar seu pau: na boca de Bárbara que abocanhou-o inteiro.
Erika foi mais rapida do que eu e sentou naquele pau delicioso, cavalgando-o lentamente, enquanto meu marido me colocou de quatro e me fodia com força. Eu estava alucinada de tesão, mas pude ver no rosto de Erika que ela estava ainda mais. Não demorou muito pra que ela estremecesse seu corpo num orgasmo delicioso. Porem Bárbara nao deu tempo para ela descansar e colocou-a deitada de costas, erqueu suas pernas nos ombros e enfiou novamente. A japinha delirava, gemia, pedia mais, dizia que aquela era a pica mais gostosa que ela ja tinha experimentado. Novamente senti uma ponta de ciúmes no meu marido pois ele me deixou de lado e praticamente arrancou Erika dos braços de Bárbara. Colocou-a de quatro e fodeu com força. Com isto finalmente, Bárbara veio para o meu lado e eu iria sentir aquele montro dentro de mim. Ela também me colocou de quatro, apontou seu pau para minha xana e colocou com cuidado. Era tao grosso que parecia que eu era virgem. Doeu um pouco, mas ela sabia foder muito bem. "Vou fazer voce gozar como nunca seu maridinho fez" Ela me disse. "Adoro foder uma bucetinha como a sua". Paulo fodia Erika com força e logo gozou urrando muito. Bárbara então resolveu provocá-lo: "Presta atenção!! Olha e aprende como se fode uma putinha como a sua, vou te dar uma aulinha"
Bárbara me fodia ora com força, ora lentamente. Aquele vai e vem estava realmente muito bom, e ela comecou a dar tapas na minha bunda. Perdi completamente o juizo. Nunca gemi tanto e tão alto. Era uma sensação inexplicavel e pouco depois gozei, mas era uma gozo diferente dos anteriores pois se prolongou por muito tempo. E ela não parava de me foder e não gozava. Pedi para que ela gozasse e ela respondeu "Com putinha como voce, eu só gozo na boca". Implorei pela sua porra na minha boca. Ela tirou seu pau da minha xana e apontou direto no meu rosto. Erika pegou em seu pau e bateu uma deliciosa punheta ate ela derramar muita porra no meu rosto. Passei a lingua por todo o seu pau, pois nao queira perder uma so gota. Descansamos um pouco e resolvemos tomar um banho. Paulo, ainda enciumado ficou na cama. O que aconteceu depois foi ainda melhor e conto numa próxima vez.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Expresso Nevski

Irina precisava de fugir de Moscovo rapidamente. Após deixar o hotel ainda pensou em marcar um encontro com Oleg, outros dos mafiosos moscovitas que a tinham explorado durante os últimos anos. No entanto, o tempo urgia e seria melhor apanhar um táxi e dirigir-se para a estação central.
Irina iria para São Petersburgo a bordo do Expresso Nevski, com o objectivo de mudar de ares e para tentar esquecer aquele maldito desejo por sangue que se ia apoderando dela. A viagem de combóio decorria tranquila e ela aproveitava para se concentrar um pouco na leitura de algumas revistas. Um pouco mais tarde, durante o jantar no vagão-restaurante, é abordada por um homem que aparentava ter cerca de cinquenta e poucos anos. Lentamente, Irina vai-se deixando seduzir por aquele homem de voz doce e que emanava charme de todos os poros. Disse chamar-se Boris Karpin e falou-lhe um pouco do trabalho que fazia ao serviço de um ministério. Tecia os mais rasgados elogios à cidade dos czares de onde era natural. Odiava o caos que se instalara na capital russa durante os últimos anos onde passava metade da semana em trabalho.
Aquela conversa acalmava Irina e fazi-a esquecer por breves momentos a vida miserável que levara durante os últimos tempos. Em dado momento e sem saber que estava diante de uma prostituta, Boris muda um pouco o rumo da conversa e passa a assediá-la de forma ostensiva. Propõe-lhe uma pequena aventura sexual numa das casas de banho do combóio. Ela limita-se a sorrir e acena positivamente com a cabeça. Levantam-se e dirigem-se para o corredor. Entram na casa de banho minúscula e começam por se beijar sôfregamente. Boris apalpava Irina e iam-se esfregando de modo quase animalesco. Ela ajoelha-se a seus pés, abre-lhe a braguilha e põe em prática os seus dotes orais que eram muito apreciados pela sua clientela moscovita. Aquela bela mulher de trinta anos aprendera rapidamente todos os segredos de alcova mais sórdidos, que lhe garantiam a sobrevivência desde que a sua mãe falecera. Boris encostara-se numa das paredes e respirava pesadamente. Subitamente ele vem-se na boca de Irina que engole o seu esperma até à última gota. Após se recompor ele deixa escapar um comentário...
- Desculpa que te diga, mas chupas como uma profissional. Fazes-me lembrar uma mulher que conheci em Moscovo há uns anos atrás. Para falar verdade, ela era bem parecida contigo e de repente até me arriscaria a dizer que podia ser tua mãe. Aliás, acho que foi isso que me fez meter conversa contigo no restaurante...
Irina ao ouvir aquela despropositada comparação, começou a tremer de nervosismo. A sua mente fez uma rápida viagem ao passado. Um retrocesso que era sempre doloroso e que de certa maneira, também tinha selado o seu destino. Recuou até à década de 80. Na época, a sua mãe era uma das meretrizes mais conceituadas no seio da elite do regime soviético. Pela sua cama passavam os mais altos quadros do Partido, altas patentes militares e mais uma infinidade de funcionários da pesada máquina estatal. De imediato, surgiu-lhe a imagem da sua mãe, sentada no colo de um importante diplomata a queixar-se de um jovem quadro da KGB, natural de São Petersburgo, que a perturbava bastante. Numa voz trémula, a sua mãe, pedia ao embaixador para que intercedesse de modo a que não tivesse que atender aquele homem que tinha comportamentos sexuais bizarros e gabava-se frequentemente dos requintes de malvadez com que levava a cabo o seu trabalho no ramo da contra-espionagem, dentro do território russo.
Como se tratava de uma estrela em ascensão dentro do serviço secreto de então, os seus superiores hierárquicos iam fechando os olhos aos excessos que cometia. A dada altura, chegara a confessar que adorava abusar de jovens adolescentes e de filmar os seus actos hediondos. Orgulhava-se de possuir um enorme acervo de gravações que partilhava com os seus amigos.
Ao voltar desta regressão ao passado, Irina sente uma fúria emergir dentro dela e surge novamente aquele demónio sanguinário que a tinha possuído durante as últimas semanas.
Boris ainda abotovava as calças quando Irina se atira vigorosamente na direcção dele. Por momentos, ele pensou que ela queria repetir a brincadeira que tinham feito naquele espaço acanhado. Esboça um sorriso trocista e comenta:
- Logo vi que eras uma grande puta! Por mim, podes chupar o quanto quiseres ...- diz, voltando a colocar o pénis meio flácido para fora das calças.
Ela inclina-se para a frente e com uma forte dentada, arranca a glande de Boris que fica sem reacção de imediato. O seu membro começa a esguichar sangue de modo abundante e antes que ele pudesse gritar, é sufocado pela mão de Irina que já tratara de cuspir o pedaço de carne na sanita. Ela aproxima a boca do ouvido da sua vítima que agonizava e sussura cruelmente...
- Nunca mais irás dar uso a essa coisa nojenta que aí tens e muito menos abusar de jovens indefesas!
Num gesto deliberadamente demorado, Irina tira do bolso uma pequena faca que trazia sempre consigo para defesa pessoal e coloca-a à vista do homem que suava abundantemente e cujos olhos reflectiam um extremo horror. Com um movimento rápido e preciso, Irina espeta-lhe a faca na jugular. Jactos de sangue inundam as paredes da casa de banho, enquanto ela tapa a boca de Boris que vai deslizando pela parede abaixo, praticamente inerte. Irina observa calmamente a sua vítima despedir-se da vida daquela maneira tenebrosa. Por instantes, ela olha para o pequeno espelho do compartimento e assusta-se com o seu próprios olhos. Sentia-se fora de si mas ao mesmo tempo terrívelmente excitada.
Aproxima-se novamente do corpo moribundo de Boris e coloca-se acima dele. Sobe a saia e agacha-se sobre o cadáver. Molha os dedos no sangue viscoso e ainda quente da sua vítima e leva-os até à vagina. Fecha os olhos e masturba-se freneticamente. Três minutos depois, vem-se abudantemente num orgasmo que a deixou completamente saciada. Antes de abandonar o local do crime, lava as mãos e o rosto no lavatório e tira o casaco que estava manchado de sangue. Ao fechar a porta da casa de banho, dá um forte pontapé na maçaneta. O frágil manípulo de alumínio quebra-se e ela agacha-se rapidamente para o recolher e esconder na mala. Faltava cerca de hora e meia para chegar ao destino final e convinha não haver alarido no combóio até ao desembarque.
Ao chegar à gare ferroviária de São Petersburgo, uma amálgama de gente movimentava-se na plataforma. No meio daquela confusão, ela avista um jovem viajante com aspecto de estrangeiro com uma enorme mochila às costas. Era alto, de pele morena e com cabelos negros revoltos. Parecia vagamente perdido e tentava orientar-se através de um guia de viagem que folheava ao acaso. Irina aproxima-se dele vagarosamente e interpela-o em inglês. O turista não resiste ao sorriso franco e aberto daquela magnífica loira de olhos azuis e, inicia de imediato um diálogo com ela. Ela oferece-se para o acompanhar até um pequeno hotel que ficava nas imediações da estação. No caminho, Irina descobre que está na companhia de Miguel, um viajante solitário que percorria a Rússia há duas semanas. Os latinos tinham fama de serem bons amantes e ela decidiu que não podia desperdiçar a oportunidade de experimentar o talento sexual daquele jovem.
Uma hora depois, estavam os dois na cama. O quarto era bastante simples e pairava um cheiro a humidade no ar. Miguel revelava-se um amante caloroso e redobrava os seus esforços para satisfazer aquela russa libidinosa que se tinha cruzado no seu caminho. No entanto, Irina sentia que apesar de todo aquele vigor do seu parceiro, ela não se sentia plenamente satisfeita. Num momento de pausa depois de mais um orgasmo de Miguel, ela levanta-se da cama, pega na sua mala e vai para a casa de banho. Fecha a porta devagar, poisa a bolsa no lavatório e encara o espelho. Vê a sua silhueta reflectida. Cabelos desgrenhados e um estranho brilho no olhar. Num movimento mecânico, retira a faca da mala e dirige-se novamente para a porta...




