quinta-feira, 25 de junho de 2009

Dunas II


Por baixo da t-shirt, fez subir uma das mãos passando a acariciar todo o meu peito liso, sem pêlos, demorando-se um pouco mais nos meus mamilos, que beliscou suavemente com a ponta dos dedos. E tudo isso sem que eu manifestasse qualquer gesto de desaprovação, mantendo até uma certa frieza que a deixou momentaneamente desajeitada. Apesar de tudo, percebeu que os seus modos não estavam a desagradar e insistiu. Tirou-me a t-shirt e lançou a boca de encontro ao peito, arrebatando-o. Beijou-o sucessivamente e passou com a língua em movimentos rápidos nos mamilos, não deixando de os acariciar ao de leve com os seus dentes magníficos.
Eu reflecti as carícias ao fechar os olhos e tombando a cabeça para trás. Não conseguindo manter a minha esforçada apatia por mais tempo, levei uma mão a um dos seios da rapariga, o que a fez soltar um gemido como que a dizer que eu estava no bom caminho. Mas nessa altura eu já dispensava os incentivos, já estava cheio de tesão. Com o auxílio da outra mão desapertei o precário nó da blusa, que se abriu de imediato, expondo um belo e irresistível busto.
Ela deixou cair na areia a indumentária solta e, tentando recuperar os breves instantes em que me teve de largar para sacudir a blusa, procurou com avidez a minha boca e envolvemo-nos como velhos apaixonados no momentos do reecontro após um longo afastamento.
A sentir a minha boca livre, fui ao encontro das mamas redondas e suculentas, apalpando-as alternadamente, o que a deixou em êxtase. Foi então que ela se deixou cair, arrastando-me consigo.

As ondas mansas sucediam-se e morriam a nossos pés, já completamente embrenhados um no outro. Tínhamos por nossa conta todo o imenso areal. De um lado o Atlântico, do outro as dunas e a mata. O chilrear de algumas aves era o único concorrente aos sons que íamos produzindo na nossa investida, já que o mar calmo quase não se fazia ouvir.
Acomodados na areia, ora sentados ora deitados, fomos tirando o que restava do nosso vestuário enquanto nos íamos tocando e beijando. Ajudo-a a tirar os calções, que lhe ficavam apertados nas nádegas, deixando-a apenas umas cuecas fio dental tão reduzidas, que mal conseguiam cobrir os poucos pêlos púbicos deixados pela última depilação.
Antes de tirar a peça que lhe cobria a intimidade, coloco-a de quatro, afasto-lhe as pernas ligeiramente e avanço com a mão direita para a área vaginal. Queria sentir a textura das cuecas em contacto com as partes sedutoramente moles que mal conseguiam cobrir. Ela soltava gemidos abafados e eu persistia, pressionando os dedos em movimentos lentos de cima para baixo e vice-versa, ao longo de toda a vulva, enquanto os sons mais perceptíveis do prazer feminino se iam libertando.

Não demorou muito para que eu sentisse uma mancha de humidade viscosa com alguma consistência no tecido em que tocava. Afastei a tanga para o lado e dei início a um contacto directo dos dedos com o seu sexo. Acariciei toda a área exterior e fui introduzindo um ou mais dedos em movimentos rápidos, o que fez com que ela se esquecesse de quase tudo. Tudo o confirmava menos as palavras, que continuavam ausentes. Eram os gemidos cada vez mais audíveis e contínuos, e os movimentos corporais ainda mais bruscos e desconexos. Eu ia-me divertindo com a situação. Testava e explorava a rapariga com muita calma. Aferia até onde ela poderia chegar sem que me suplicasse para que a possuísse. Pensei não ter de esperar muito, e não me enganei:
- Vem...me come. Vai - pediu ela.
Mas eu continuei a minha leve tortura. Por isso, alguns segundos depois, ela insistiu:
- Por favor.... - porém, eu mantenho-me em silêncio e nada fiz a não ser dar continuidade àquilo que parecia ter tomado como minha missão.
- Eu não aguento mais, querido... - disse, com a respiração acelerada.
- Agora acho que te estou a reconhecer. Tenho quase a certeza que trabalhas no escritório da obra... - digo calmamente, parecendo deveras interessado em confirmar a minha dúvida e se como se fosse aquela a questão mais urgente no momento.
- Sim, sim, sim...me fode agora, vá... - continuou ela, enquanto passava a mão direita por ambos os seios, apertando à passagem os mamilos de modo algo rude.

- Só se me disseres como é que vieste aqui parar - sentenciei, não deixando de sorrir, qual sádico que se deleita com o sofrimento da sua vítima. Nunca, em momento algum, a deixei de acariciar intensamente.
Ela apenas abriu ligeiramente os olhos, como se não quisesse acreditar que aquilo lhe estava a acontecer. E eu repeti, murmurando:
- Quero saber quem te trouxe até aqui. Diz-me apenas isso e eu faço-te tudo o que quiseres.
- Foi o senhor Morten - respondeu com os olhos cerrados, desejando saciar rapidamente a curiosidade do seu amante. Eu ainda não estava muito convencido e, não deixando de bulir na sua vagina, continuo com um sorriso mordaz e com uma serenidade fora de contexto:
- O Morten? Não me parece que ele tenha ideias deste tipo.
- Acredite em mim. Foi um dos noruegueses que mandam na obra que pediu para eu lhe fazer um agrado e me trouxe até aqui.
- Ah, seus sacanas! Então, vamos lá minha linda...tu mereces, mas no buggy, que aqui há muita areia. Mas ainda nem me disseste o teu nome...
- Meu nome Adriana. A partir de hoje serei a sua puta e me terá sempre que desejar...
- O meu nome já o deves saber. Anda daí, vou fazer de ti a minha puta!

3 comentários:

Katy disse...

Hmm....muito bom!
Beijos.

OpenMind disse...

Boa onda este blog... Já agora visitem o nosso em http://openmindworldsex.blogspot.com

Temos lá uma entrevista com o casal que escreveu "Swing Diário de Bordo"

Abreijos

Papoila disse...

Que posso Dizer? Quente .. escaldante.... ainda bem que o mar estava por perto para refrescar :)
BF