terça-feira, 31 de março de 2009

Bombordo II


Quando a minha boca tocou o membro de Maurício , minha cabeça rodava. Havia perdido todo senso e foi com fome, tesão e uma certa raiva que comecei a chupá-lo. Fui jogada no fogo por Bernardo e invadida pela voracidade de Débora. Para ser sincera naquele momennto a líbido comandava minhas atitudes e me deliciei com a chance de dar prazer do meu jeito aquele homem que mal conhecia, mas reagia nítidamente feliz aos afagos de minhas mãos, dos meus lábios e da minha língua, que deslizava por seu sexo.
Fui chamada por Bernardo que sugeriu a troca e roçou seu pénis molhado pela saliva de Débora em meu rosto. Eu gemia e buscava sugá-lo como gostava de fazer. Porém, nem bem meus meus lábios o tocaram e ele, apoiado-se em meus cabelos, enfiou todo na minha boca até alcançar a garganta.
Nesse momento Débora e Maurício nos olhavam. Ela queria mais e eu sugeri uma dupla penetração. Queria sair um pouco daquela fogueira. Preferia assistir aos dois homens penetrando a baiana que mal teve tempo de pensar. Dessa vez ela foi surpreendida e foi comida implacavelmente.
Sentada eu via tudo e logo senti as vibrações em meu corpo. Minhas mãos deslizavam pelo meu sexo alagado. Levantei-me e me encostei em Bernardo, que deixou a amiga com o marido e me compensou de tudo me comendo ali, vorazmente, como meu macho, me levando a um gozo intenso, doido e merecido.
Com os corpos saciados fizémos o caminho de volta. Os homens conversaram aparentemente sem constrangimento. Eu evitei Débora, pois confesso que ela me intimidou ligeiramente. Nos despedimos na marina. Não falei com Bernardo até chegarmos em casa, contudo não resisti ao seu toque e fui dele outra vez com todo tesão alimentado durante aquele passeio de barco. No entanto, no dia seguinte, fiz-lhe ver que não me agradava muito a ideia de voltarmos a ter outras experiências na área do swing com casais com quem não tínhamos uma maior intimidade. Há coisas em que ainda insisto em ser mulherzinha e não consigo ser tão afoita como a natureza masculina lhe permite ser.

7 comentários:

T disse...

Belissimo post!
Pois é querida Cláudia, mas assim é que deve ser, primeiro experimenta-se , depois pode-se negar repetir ou não!
Fizeram muitíssimo bem em experimentar!
Um beijo grande!! :)

goti disse...

Como sempre presenteia-nos com mais uma belissima história!!!!
Que passeio fantástico, Ui que inveja!!!
Um beijo grande!!!!

o casalqseama* disse...

incrível como o "pós" também é incrivelmente excitante...


concordo contigo em não querer nada com quem não temos a menor intimidade... um dos nossos principais critérios é fazer amizade!


bjão da fê =D

S disse...

Nunca experimentei e não me seria fácil ver outro homem a tocar com um dedo que que fosse na minha T.
Mas o post excitou-me.

unno disse...

mais uma bela historia!!!!
parabens.

Anónimo disse...

Pois as mulheres (de um modo geral) são diferentes dos homens, basta que ambos se respeitem e fica sempre tudo bem.

Abraço

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Anónimo disse...

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