sábado, 21 de março de 2009

Cristina, a consultora imobiliária


Ontem pela uma da tarde, lá estava eu a entrar no restaurante previamente combinado. A Cristina já lá estava numa mesa ao fundo do salão, localização propícia para uma conversa discreta. Ela vestia um conjunto muito elegante em tons de cinza e os seus olhos verdes pareciam ainda mais brilhantes. Notei que ela estava muito mais à vontade comigo. Tinha abandonado a sua postura profissional e já me tratava como um amigo de longa data. A conversa fluiu descontraída durante todo o almoço e algumas vezes apanhei-a em olhares mais intensos na minha direcção. Após ter pago o almoço, fiquei um pouco tenso. Tinha ficado com a sensação que ela, ao dizer-me que tinha a tarde livre, me estaria a propor uma tarde animada mas também não queria ser demasiadamente afoito.
Já no exterior do restaurante, perguntei-lhe o que queria fazer a seguir. Ela esboça um sorriso e diz-me para entrar no seu carro. Minutos depois estamos no Bonfim e ela estaciona o carro defronte do prédio onde mora, num apartamento que divide com uma prima que se divorciou recentemente. Subimos até ao terceiro andar e ela diz-me para ficar à vontade. Leva-me para a sala, serve um conhaque para ambos e continuamos a conversar durante um bom bocado. O diálogo ia-se tornando mais provocante e eu já estava a ver como tudo aquilo iria terminar.

Como que por artes mágicas, algum tempo depois, ela vem perto de mim e começamos a beijar-nos. As nossas línguas tocavam-se e as minhas mãos iam explorando lentamente o seu corpo que se encostava ao meu. Desaperto os botões da blusa e vou tocando o peito dela por cima do soutien. Tinha uma volometria perfeita e ela ia reagindo ao meu toque com pequenos gemidos.
Ela pede para irmos para o seu quarto. Continuamos a beijar-nos e vamos tirando a roupa um ao outro. Pela lingerie requintada que veste, noto claramente que ela já adivinhava a forma como aquele almoço iria terminar. Deitamo-nos na cama, sem descolar os nossos lábios e continuo a explorar lentamente aquele corpo bonito com as minhas mãos. De repente, viro-a de costas e começo por lhe beijar e lamber a nuca e as orelhas. Ela geme e vai-se contorcendo debaixo do peso do meu corpo. Vou descendo com a minha língua pelas suas costas. As minhas carícias pareciam provocar pequenas descargas eléctricas na Cristina e via que a sua pele se arrepiava. Fui descendo ainda mais e delicio-me a beijar aquelas nádegas firmes que se empinavam na minha direcção. Delicadamente, mantenho-a na mesma posição e tiro-lhe as cuecas. Enfio-lhe a língua na vagina que já estava bastante molhada e continuo a chupá-la por trás. Ela enfiava o rosto no travesseiro para abafar os gemidos e eu ia intensificando as minhas lambidelas. Logo depois, ela pede para me deitar de lado em posição invertida e abocanha-me o pénis enquanto eu continuo a chupar aquela vagina deliciosa. A posição era sugestiva e sentia que não ia aguentar muito mais. Digo-lhe que a quero possuir de imediato. Coloco um preservativo e ponho-me em cima dela, de forma tradicional. Começo lentamente e vou aumentando o meu ritmo instigado pelos seus gemidos. Enquanto a penetro, aproveito para explorar as suas mamas com a boca. Às tantas vejo-a revirar os olhos e sinto o seu corpo estremecer. Dou-lhe mais três ou quatro fortes estocadas e acabo por me vir também.

Aproveitamos a pausa para fumar um cigarro e conversar um pouco. Contudo, sentia que não estava saciado e começo a beijá-la novamente. Debruço-me uma vez mais sobre o seu peito e delicio-me a devorar aqueles cumes perfeitos. Senti que estava novamente erecto e peço a ela que me chupe um pouco mais. Gosto imenso de as ver nessa posição. È algo que me excita bastante e posso dizer-vos que a Cristina é perita na matéria. Minutos depois, coloca-me outro preservativo e vem para cima de mim. Cavalgou e rebolou no meu pau de forma voluptuosa. Aproveito o momento para a estimular, introduzindo um dedo no seu rabinho. Ela ficou doida e redobrou a sua velocidade. Não tardou muito para que gozasse mais uma vez. Deixou-se tombar na cama com a respiração entrecortada. No entanto, não estava com vontade de lhe dar tréguas e coloco-a de lado, penetrado-a por trás. Ergui-lhe uma das pernas e fui bombando com toda a força. Cristina estava bastante lubrificada e eu penetrava-a profundamente, arrebatando-lhe gritos de prazer, enquanto eu sentia o suor escorrer pelo meu rosto e pelas costas. Tenho o meu segundo orgasmo que quase me deixou com a vista turva. Ela vem para perto de mim e beija-me levemente nos lábios e acaricia-me o peito.
Peço permissão para tomar um banho rápido e despedimo-nos sem promessas de nada. Não me importaria de voltar a encontrar-me com ela e fiquei com a sensação que ela apreciou o nosso encontro. No entanto, um certo ciúme que a Cláudia expressa à distância faz-me pensar duas vezes. Ela sabe que a minha natureza aventureira é esta mas também não quero transgredir alguns limites de liberdade que damos um ao outro.

6 comentários:

Simplesmente disse...

Boa História
Boa Aventura

Liz / Falando de tudo! disse...

"natureza aventureira", é mais bonito que safado, né?!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
o pior é que nos gostamos!!

Casal do Arrocha disse...

Uiiii!
Delícia de relato!
Vamos te linkar, ok?
Beijos...

Gata2000 disse...

Sabes aquele anúncio que se ouve agora na rádio: "Tu és macaco!" Então de uma visita a um imóvel consegues "sacar" uma tarde de sexo! Homem, tenho de confessar que te admiro!Miaus

carpe vitam! disse...

ciúmes, Cláudia? pensei que fosses mais "liberal"... Vais deixar a posse levar a melhor? Arranja mas é um brasuca competente ;) e não te esqueças de nos contar tudo com pormenores, ok?

Em relação ao livro que achaste interessante, no blog poderás encontrar mais excertos. Deixo aqui os links:

http://provocame.blogspot.com/2008/05/por-que-que-o-riso-conquista-as.html

http://provocame.blogspot.com/2008/05/para-que-serve-o-adultrio.html

carpe vitam! disse...

Bernardo, gostei muito, seria um pecado deixar o assunto ficar por aqui. Mas é apenas a minha opinião...