sábado, 18 de abril de 2009

Empregada Para Todo o Serviço


Em 2004, semanas após me ter instalado no nordeste brasileiro, comecei a procurar uma empregada doméstica para cuidar do meu apartamento. Entrei em contacto com uma agência especializada nesse tipo de funcionários e três dias depois sou contactado pela responsável da empresa. Disse que já tinha encontrado a empregada ideal para a minha casa. Tratava-se de uma rapariga de vinte e dois anos que tinha chegado recentemente do interior do estado. Foi-me também adiantando que até ao momento, tinha tido algumas dificuldades para arranjar colocação para essa moça em casas de família. Pelo que me foi dado a entender, tratava-se de uma rapariga atraente e muitas das esposas não achavam muito interessante colocar em suas casas uma tentação desse tipo para os seus maridos. Como eu era solteiro, ela pensou ser uma boa opção para mim ,visto que eu não iria ter esse tipo de objecções.
Agendámos uma entrevista com a rapariga, nas instalações da agência, para a manhã do dia seguinte. Á hora marcada, entra no gabinete uma rapariga que me surpreendeu pela sua beleza. Era alta, de pele morena e com um corpo em perfeita forma. Disse chamar-se Micarla, confirmou a sua idade, explicou-me mais ou menos onde tinha trabalhado até então.e fornecue-me algumas referências.Negociou-se o salário, as condições gerais em que o trabalho seria exercido e ficou estabelecido que iria iniciar as suas funções na semana seguinte.

O horário dela era entre as sete da manhã e as quatro e meia da tarde. Nos primeiros dias, ela parecia bastante acanhada e trocávamos meras palavras de circustância nos poucos momentos em que eu ficava em casa. No entanto, fui reparando que ela aparecia em casa em trajes bastante ousados. Blusas justas e decotadas e vestia quase sempre uns calções bastante reduzidos. Umas semanas depois, comprei-lhe três fardas a rigor para o desempenho do seu trabalho. Não se tratava de uma atitude snob de minha parte mas confesso que alimentei um pouco do meu fetichismo da escolha da indumentária. Fiz questão que a saia fosse um pouco mais curta e travada que o convencional. Deste modo, poderia sempre dar uma boa mirada naquelas pernas perfeitamente delineadas.
Com o passar do tempo, fomos ganhando mais confiança um com outro. Por vezes eu ia almoçar a casa e ficávamos a conversar um pouco. Notava também que ela soltava algumas piadas , num misto de diversão e aparente ciúme, quando detectava no meu quarto alguns vestígios de alguma noite mais animada com alguma parceira de circustância. Eu limitava-me a sorrir e ia observando com maior atenção aquela jovem atraente que cuidava dos meus assuntos domésticos. Uma vez por outra, também a provocava um pouco e soltava as minhas piadas. Porém, apesar de ela ser uma tentação, nunca me ocorreu que pudesse avançar mais que aquilo. Acreditava que se o fizesse, se quebraria um certo respeito é forçoso existir em qualquer relação de patrão e empregada. Com tudo isto, já tinham decorrido três meses em que ela trabalhava na minha casa e nada acontecia. A nossa confiança foi aumentando ainda mais e por vezes, julgava surpreênde-la em gestos provocatórios e olhares insinuantes. Digamos que existia ali uma espécie de clima de chuva que não molha.

Houve então uma manhã que alterou todo este cenário. Eu tinha saído de casa no meu horário habitual, mas por volta das dez e meia da manhã apercebo-me que me tinha esquecido de um documento em casa e dirijo-me para lá. Ao entar no apartamento não vejo a Micarla. No entanto, oiço alguns sons que me pareciam ser de índole sexual, vindos do meu quarto. No momento pensei o pior. Já estava a imaginar que iria surpreender a minha empregada com alguém na minha própria cama. Não fechei a porta de casa para não fazer ruído e caminho na direcção do meu quarto pé ante pé, já antevendo uma discussão brutal. Segundo depois vejo que estava completamente equivocado. O televisor do meu quarto estava sintonizado num canal para adultos por cabo e Micarla entregava-se a uma animada sessão de masturbação, deitada na cama. De olhos semi-cerrados nem se apercebeu da minha presença tão próxima. Descalço-me imediatamente e volto para trás com a intenção de fechar a porta de casa. Volto novamente e fico a assistir aquele espectáculo que me excitou imenso. Micarla agita-se cada vez mais e apercebo que devia estar a ter um orgasmo. Logo de seguida, ela abre os olhos e dá de caras comigo. A sua reacção imediata foi esconder o rosto com vergonha e temi que ela começasse a chorar. Entro no quarto e trato de a serenar um pouco. Apressei-me a dizer-lhe que tinha gostado daquilo que tinha acabado de presenciar e que estava bastante excitado. Ela abre um sorriso franco e sincero abrindo, de certo modo, o caminho para aquilo que ambos parecíamos desejar há bastante tempo.

Avanço em busca dos seus lábios e beijamo-nos com fervor. Deito-me sobre ela. Envolvemo-nos em beijos ardentes. Exploro o seu pescoço e as suas orelhas com a minha língua. Os meus toques pareciam provocar pequenas descargas eléctricas no seu corpo. Vou despindo-a lentamente e afago os seus peitos pequenos, firmes e com os mamilos perfeitamente erectos. Não resisto a chupá-los por um bom tempo. Ela arquejava o corpo e soltava gemidos que me iam excitando ainda mais. Coloco-lhe a mão no sexo que estava muito molhada e decido chupá-la um pouco. Queria enlouquecê-la por completo para que ela depois obedecesse a todos os meus caprichos. Não foi preciso muito tempo para que ela estremecesse sob o estímulo da minha língua, que se atrevia a explorar o cantos mais recônditos daquela cona deliciosa.
Logo depois, ela liberta-me das minhas roupas e olha para o meu pénis com olhos de gulosa. Senta-se na cama e desata a mamar no meu mastro. Pela maneira desenvolta que o fazia, calculei que não estava diante de uma jovem inocente. Fecho os olhos e deixo-me levar pelas ondas de prazer que aquela boca me estava a provocar. Enquanto me ia engolindo por completo, afagava-me os colhões de uma forma espantosa e não hesitou em explorá-los com a sua própria língua. Trato de a colocar de quatro, atravessada na cama, procuro um preservativo na cabeceira e penetro-a por trás sem contemplações. Comecei de forma suave. A sua vulva era quente, molhada e sentia os seus músculos pélvicos a apertarem-me o membro. A pouco e pouco, vou aumentando o meu ritmo. Humedeço um dedo na minha boca e meto-lho no ânus com o intuito de a estimular ainda mais. Às tantas, dou por mim a fodê-la desenfreadamente em puro exercício de luxúria. Micarla enterrava o rosto na cama para abafar os seus gritos de prazer. Não tardou muito para que atingíssemos um brutal orgasmo em simultâneo.

Estávamos completamente suados e convido-a para tomar um duche na minha companhia. Deixamo-nos ficar ali debaixo dos jactos de água e beijando-nos intensamente. No regresso ao quarto, confesso o meu desejo de provar o seu rabo que me provocava há imenso tempo. Ela ficou embaraçada. Confessou-me que não gostava muito de sexo anal porque sentia sempre alguma dor. Expliquei-lhe que era tudo uma questão de estímulo e de saber fazer as coisas. Ela pareceu ficar mais tranquila e avancei com aquilo que tinha em mente. Procuro mais um preservativo e um lubrificante na minha cabeceira. Ao ver a embalagem do lubrificante, pareceu-me que ela estava novamente nervosa. Deixo-os de lado e peço que ela se posicione por cima de mim em posição invertida. Micarla percebeu a minha ideia e com um sorriso maroto, abocanhou-me o pau, enquanto eu embrenhava a minha boca mais uma vez na sua vagina. Aquela posição de 69 era das minhas preferidas. Devido aos objectivos que tinha em mente, dediquei-me a explorar o ânus dela com especial afinco. Primeiramente com a língua. Ia notando que o seu buraquinho ia dilatando sob os meus estímulos. Pego na bisnaga de lubrificante e passo nos meus dedos e no cu dela. Não perco tempo e enfio-lhe dois dedos besuntados. Ela remexeu-se e parecia gostar das minhas carícias no seu traseiro.
Pergunto-lhe se ela já se sente preparada para a minha investida anal. Ela acena que sim. Posiciono-me por trás dela e vou-lhe metendo o pénis no rabo muito lentamente, com receio que ela sentisse qualquer tipo de incómodo. Recordo-me da Micarla me perguntar se já tinha conseguido meter a cabecinha. Não resisti a soltar uma gargalhada. Em voz rouca, fui-lhe adiantando que já lhe tinha metido o caralho todo no cu. O que se seguiu, foram momentos de puro extâse. Como eu tinha gozado há minutos atrás, sabia de antemão ,que demoraria um pouco para alcançar um novo orgasmo. Porém, ela não soltou nehum queixume e entretive-me a bombar naquele cu sem parar. Só muito depois, dei vazão aquele tesão todo e esporrei -me nas suas entranhas. Terminava assim a nossa primeira sessão sexual que tinha tido início numa situação inusitada. A partir daquele dia, fomos repetindo a dose várias vezes e não eram raras as vezes que a Micarla me acordava logo de manhã cedo com belas mamadas.
Cerca de um ano depois, Micarla comunicou-me a sua demissão. Durante o período das festas juninas, tinha viajado para a sua cidade no interior, conhecera um rapaz e já tinham planos de casamento para breve. A vivência na capital não lhe agradava totalmente e após o casamento, regressaria à sua terra natal. Respeitei a sua decisão mas foi com algum pesar que deixei partir a minha empregada para todo o serviço que me proporcionou diversos momentos de puro prazer


6 comentários:

doiSabores disse...

Emregadas destas não se arranjam todos os dias.
Bela descrição.
Beijos saborosos

Liz / Falando de tudo! disse...

ah...um empregada assim eu também nao quero na minha casa!
mas acho que é o melhor pros solteiros...nao é?!
boa semana!

Millady disse...

Gondomar? Eu fui ontem para Valongo!!! E voltei hoje!!
Beijos nortenhos!

Tesão 100 Pudor disse...

Muito bem, tipico de ambientes acalorados! :)

Abraço

BA BOCAGE disse...

Bela Photo

Parabéns,

Bocage

goti disse...

Ui mas que empregada, quem não quer assim uma, tão.... dedicada...e um patrão tão, tão acolhedor....Hum...

Como sempre uma fantástica história!

Beijos doces e alegres

Goti