sexta-feira, 3 de abril de 2009

Uma Tarde das Arábias


Hoje recordo uma das tarde de prazer que tive com a Cláudia. Ainda nos conhecíamos há bem pouco tempo e decidi desafiá-la para uma ida a um motel na cidade que tinha uma decoração alusiva ao mundo árabe.
Marcamos encontro ao final da manhã e partimos de imediato para o motel. Mal entramos na suíte, Cláudia envolve-me num abraço sedutor e beija-me intensamente. A sua língua quente na minha boca logo me desperta uma forte erecção. Faço-a ajoelhar de imediato a meus pés, baixo as calças e ponho-a a mamar. Como sempre, ela devora-me na perfeição em perfeitos exercícios de garganta funda que me enlouquecem. Eu queria libertar-me um pouco de toda aquela pulsão sexual que me invadia e não tarde a libertar o meu gozo no seu rosto, fazendo-a delirar. Por momentos serenámos um pouco e mandamos vir o almoço. Ficamos por ali a conversar sobre banalidades. No entanto, quando estamos juntos torna-se difícil ficarmos sossegados durante muito tempo e o meu imaginário já fervilhava de novo.
Levo-a até à cama que era envolta por véus e decido compensá-la do prazer que me tinha proporcionado momentos antes. Dispo-a lentamente enquanto nos beijamos carinhosamente. Vou percorrendo o seu corpo com beijos e chego enfim, ao seu centro de prazer. Lambo-a com ferocidade, sorvendo com gosto aquele líquido agri-doce que escorria dela abundantemente. Demoro-me por ali durante uma eternidade, fazendo-a gemer intensamente. A sua lubrificação era cada vez maior assim como o seu grau de dilatação. Pego numas esferas tailandesas que ela tinha trazido consigo. Sem tirar a língua do seu clítoris, vou introduzindo lentamente cada uma das esferas no seu rabinho. Creio que Cláudia já nem conseguia raciocionar naquele momento. Ela era pura luxúria. Rebolava sem parar, agarrava os meus cabelos e gritava obscenidades. Sinto-a estremecer por várias vezes na minha boca, enquanto ia introduzindo e retirando as esferas habilmente.

Aproveitando-me da sua enorme dilatação, introduzo três dedos na sua vagina e continuo a lambê-la. Eu já estava todo lambuzado e ela cada vez mais louca. Pedia mais. Às tantas, quase que consigo meter-lhe a mão inteira nas suas entranhas. Ela grita e diz que me quer chupar mais uma vez. Agora era a sua vez de me retribuir a sessão oral, fazendo-me um broche maravilhoso. Chupa-me lentamente, lambendo lentamente todos os recantos da genitália e vindo várias vezes com a língua cá atrás como eu gosto que ela me faça. Demorou-se por ali, durante o que me pareceu uma eternidade. Mas as nossas eternidades não são tediosas, antes pelo contrário, são momentos em que tentamos explorar ao máximo os limites do nosso corpo, tentando ir sempre mais além do que é convencional na maioria dos casais.
Era chegada a hora de lhe introduzir o meu pau que estava em erecção máxima. Fodemos sem parar e em várias posições. Normalmente, depois de gozar a primeira vez, demoro bastante para atingir o segundo orgasmo e aproveitamo-nos desse facto para relembrar algumas posições, algumas vezes esquecidas. Durante esse período, sinto-a estremecer mais uma ou duas vezes até que momentos depois, liberto a minha segunda ejaculação nos peitos da Cláudia. Estávamos esgotados. Refescamo-nos com água de coco, tomamos um banho e deitamo-nos mais uma vez.

Enquanto conversávamos, eu ia fazendo zapping na televisão da suíte. Num dos canais para adultos, passava uma cena lésbica em que duas mulheres se divertiam com um vibrador. Cláudia também tinha trazido o seu. Aproveito a sugestão para lho pedir. Desço mais uma vez em direcção à sua vagina e delicio-me com aquele sexo carnudo e molhado. Logo depois, vou-lhe metendo o vibrador na vulva enquanto eu continuava a sugar o seu clítoris cada vez mais inchado. Não demorou muito para que ele entrasse por completo e ela tivesse mais um magnífico orgasmo. Ela também me quis mamar mais uma vez. Ponho-me de pé na cama, ela ajoelha-se e vou-lhe fodendo literalmente aquela boca. Numa atitude insano, peço que ela introduza o vibrador no cu. Ela diz-me que acha que não é capaz, tem receio de se magoar. Eu não desisto e vou estimulando-a com palavras. Cerca de dois minutos depois, ela solta um grito abafado e dou conta que o seu brinquedo já estava todo lá dentro. Foi a loucura total. Mais uma vez o instinto sexual sobrepunha-se á racionalidade.
A dado momento, comecei a ter inveja daquele pénis falso que parecia deixá-la regalada. Peço que pare de me chupar e tiro-lhe o vibrador do ânus que já estava bem dilatado. Ponho-a de quatro e penetro aquele rabo ardente. Abria-lhe bem as nádegas enquanto a ia fustigando com fortes bombadas. Ela pede que lhe dê uma palmadas. Não me faço rogado e dou-lhe umas valentes nalgadas. Verifico que a Cláudia se vai masturbando na frente e não tardou muito para libertar mais um gozo. Eu tardava em ejacular e já receava que aquilo se tornasse de certo modo um massacre anal. Porém, a Cláudia parecia estar a adorar e continuei aquele exercício delicioso. Minutos depois, venho-me nas sua entranhas, agarrando-a pelos cabelos e não conseguindo abafar um grito. Deixamo-nos tombar na cama completamente saciados.


7 comentários:

S disse...

Amigo, a minha T ficou com ideias... As minhas ideias!

Um post fixe, parabéns!

Joana. disse...

Claudia
fico feliz por saber que te excitas com meu blog, adorei o teu bou seguir sempre
ummmmmmmm delicia
beijos e obrigado

Casal do Arrocha disse...

Que delícia...
Bjs.

DESIRE disse...

Cada post melhor do que o outro!
Bom domingo!
Beijos prometidos

o casalqseama* disse...

"Ela era pura luxúria.

não tem melhor definição para esse encontro!



bjs da fê =D

T disse...

Ui ui ui...nao sei bem o que dizer...que excitação! Estou a ver que os homens cada vez são melhores amantes! A sorte que eu tenho, e a Claudia também, plo que leio!!


Que tesão!

beijos aos 2 :)

Moura ao Luar disse...

Que momento bem passado mesmo, não deixaram por mãos alheias ;-)